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Brasília

A força da paternidade nas famílias brasilienses

Arquivo Geral

12/08/2012 8h43

Kamila Farias

kamila.farias@jornaldebrasilia.com.br

 

Ao contrário das mães, que têm uma relação biológica muito forte com seus filhos, os pais nem sempre estão tão próximos. E alguns, quando se separam, deixam a relação ficar ainda mais distante, com  os filhos crescendo sem uma figura paterna atuante. No entanto, muitos homens estão mostrando que é possível ser um pai presente e amoroso, mesmo não vivendo mais debaixo do mesmo teto. 

 

A estudante Bárbara Darc Rainho, 19 anos, sabe muito bem o que isso representa. Ela e seus quatro irmãos sempre tiveram a presença do pai, o aposentado Wellington Rainho, mesmo ele não morando mais na mesma casa.

 

“Eu e meu irmão mais novo, de 15 anos, somos filhos da mesma mãe e os mais velhos, de 32, 28 e 26 anos, são de outras duas mulheres. E sempre tivemos um bom relacionamento. Ele sempre manteve todo mundo unido e nunca faltou para ninguém. Mesmo depois que separou da minha mãe, ele se manteve presente. Continua do mesmo jeito como era antes”, afirma.

 

Leia mais na edição impressa deste domingo (12) do Jornal de Brasília.

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