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Brasília

A criação do Parque Ana Lídia

Arquivo Geral

11/04/2017 7h00

Atualizada 10/04/2017 21h48

Ícone da área de lazer, o foguete foi criado para a ala futurista. Foto: Arquivo Público

João Carlos Amador
Criador do Projeto Histórias de Brasília

Nos primeiros anos de Brasília, não havia muitas opções de lazer para as crianças da capital. Então, em 1971, um grande evento fez a alegria de muitas famílias da cidade: a inauguração do Parque Iolanda Costa e Silva, nome da esposa do presidente Costa e Silva, falecido dois anos antes.

Ocupando uma área na Asa Sul intocada até então, o parque trazia brinquedos temáticos divididos em três partes:

Ala das Meninas – com elementos de contos de fadas, como carruagem em forma de abóbora, escorregador com bota e animais gigantes.

Ala dos Meninos – relacionado aos filmes de aventura da época, com forte apache, barco viking e caravanas do velho oeste.

Ala Futurista – com um foguete espacial, trepa-trepa em forma de bolha, roda-roda no formato de cápsula lunar, entre outros.

Dois anos depois, o lugar mudou de nome para homenagear uma de suas frequentadoras: a menina Ana Lídia, que fora assassinada em um dos crimes mais misteriosos da cidade, até hoje não solucionado.

Em 1976, o Parque Ana Lídia foi incorporado ao recém-inaugurado Parque da Cidade.

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