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ONA Global Consulting coloca moda, cultura e grandes eventos no centro da agenda sustentável

Durante a São Paulo Climate Week, organização reuniu especialistas para discutir circularidade, empregos verdes e projeção internacional do Brasil

Redação Jornal de Brasília

17/08/2026 13h43

A transição sustentável da moda brasileira não começa na vitrine. Ela começa no campo, passa pela indústria, incorpora conhecimentos tradicionais e tecnologias e chega ao consumidor pelas mãos de costureiras, artesãs, designers, estilistas, recicladores e tantos outros profissionais que movimentam uma das cadeias mais criativas e estratégicas do país.


Essa foi uma das principais reflexões apresentadas pela ONA Global Consulting durante a mesa “Lifestyle for Climate: Moda, Circularidade e Estilos de Vida Sustentáveis”, realizada no AYA Hub como parte da programação da São Paulo Climate Week 2026.


O encontro reuniu representantes da moda, da academia, do setor privado, do poder público e da área jurídica para discutir circularidade, inovação, políticas públicas, mercado e novos modelos de produção e consumo. Participaram Daniel Calarco, CEO da ONA Global Consulting; Rayssa Scotton, gerente executiva de Projetos da IMM; Maíra Zimmermann, coordenadora do curso de Moda da FAAP; Monayna Pinheiro, professora da FAAP e especialista em sustentabilidade; Maria Christina Motta Gueorguiev, sócia de Direito Ambiental, Mudanças Climáticas e ESG do Veirano Advogados; Will da Afro, designer e criador da AFROPERIFA; e Gustavo Lopes, secretário municipal de Turismo de São Paulo.


Para a ONA, enfrentar os impactos ambientais da moda exige olhar para toda a cadeia produtiva. Isso envolve discutir a origem e a rastreabilidade de matérias-primas, como algodão, couro e linho; estimular processos industriais mais eficientes; ampliar a circularidade; valorizar territórios produtores; e garantir condições dignas para os trabalhadores.


“Precisamos superar a ideia de que moda é apenas consumo. Moda é agricultura, indústria, tecnologia, cultura, comércio exterior e trabalho. É uma cadeia capaz de gerar empregos verdes, movimentar territórios, fortalecer nossa identidade e posicionar o Brasil no mundo”, afirma Daniel Calarco.

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