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O que falta para Brasília entrar na briga pela Fórmula 1?

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Em meio a polêmica sobre o futuro da Fórmula 1 no Brasil a partir de 2021, confesso que fiquei me questionando sobre os prós e contras do Distrito Federal apresentar um plano para sediar a etapa brasileira da competição, ou quem sabe, propor a realização de uma etapa sul-americana, como existe, por exemplo, na Europa.

O fato é que a capital do país reúne, em minha modestíssima opinião, condições mais do que favoráveis para que um autódromo de padrão internacional seja palco não apenas da Fórmula 1, mas de todos os tipos de competições.

Há na cidade uma cultura de paixão pelo automobilismo, além de três personalidades locais com passagem pela categoria: o tricampeão Nelson Piquet, Roberto Pupo Moreno e Felipe Nasr.

O local para o autódromo já existe. Basta colocar abaixo o atual e reconstruir pista e arquibancadas. A área, diferentemente de São Paulo e Rio de Janeiro fica na zona central da cidade, perto do transporte coletivo e das principais vias de acesso.

Rede hoteleira farta e – vejam só – extremamente bem localizada também são diferenciais. Nem Interlagos nem o possível autódromo carioca tem a seu favor tais características.

Portanto, se não falta a cultura e o apego ao esporte, nem falta condições de infraestrutura viária, hoteleira, por que até o momento ninguém levantou essa bola?

Deixo a resposta com vocês, leitores. E torço para que alguém com capacidade de investimento faça a mesma leitura de cenário que eu e ser pergunte: por que não?


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