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Comprador da Victoria’s Secret quer anular operação devido ao coronavírus

O fechamento, entre outras medidas, foi adotado pela L Brands no contexto da pandemia de coronavírus, que paralisou a atividade econômica na Europa e nos Estados Unidos

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Reprodução/ Redes Sociais
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A L Brands, empresa proprietária da icônica marca de lingerie Victoria’s Secret, informou nesta quarta-feira (22) que o fundo de investimento Sycamore Partners, com o qual assinou um acordo em fevereiro para ceder a maioria da empresa, deseja cancelar a transação.

O fundo, que desembolsou US$ 525 milhões por 55% do capital da L Brands, considera que as decisões tomadas pela empresa para sobreviver à pandemia de coronavírus violam o contrato assinado e pediu à justiça dos EUA que invalide a operação.

A Sycamore, que queria criar uma empresa independente com a Victoria’s Secret e a marca PINK, entrou com o processo em um tribunal no estado de Delaware (nordeste).

Este anúncio reduziu as ações da LBrands na Bolsa de Nova York em 16%.

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“A L Brands se defenderá vigorosamente contra esse processo e fará tudo o que estiver ao seu alcance para garantir que seus direitos contratuais sejam respeitados”, disse a fabricante de lingerie, enfatizando que continua trabalhando para concluir a operação.

O fundo Sycamore culpa a L Brans pelo fechamento de praticamente todas as lojas Victoria’s Secret e PINK do mundo apenas um mês após o acordo.

O fechamento, entre outras medidas, foi adotado pela L Brands no contexto da pandemia de coronavírus, que paralisou a atividade econômica na Europa e nos Estados Unidos.

O acordo, assinado em 20 de fevereiro, avaliava a L Brands em um valor de US$ 1,1 bilhão.

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Informações da Agence France-Presse




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