Às vésperas de comemorar seis décadas, o hotel destaca a relevância do mercado brasileiro para sua trajetória. Hoje, o Brasil é o terceiro principal mercado emissor do Byblos, consolidando uma relação construída ao longo de décadas com viajantes em busca de algumas das experiências mais emblemáticas exclusivas da Riviera Francesa.

Inaugurado em 1967 e adquirido poucos meses depois pelo empresário francês Sylvain Floirat, o Byblos integra um seleto grupo de propriedades históricas que permanecem sob o controle da mesma família há quase seis décadas. Em um segmento dominado grandes grupos internacionais, a continuidade da gestão familiar tornou-se um dos diferenciais.

A preparação para o aniversário de 60 anos acontece sob a liderança de Antoine Chevanne, bisneto de Sylvain Floirat e representante da quarta geração da família à frente do grupo. Antes de assumir responsabilidades executivas no Byblos, Chevanne construiu uma sólida formação em hotelaria, tendo estudado na Universidade Paris-Dauphine.

E experiência de imersão operacional no lendário Le Royal Monceau, em Paris, onde atuou em diferentes departamentos antes de assumir funções de gestão. Atualmente presidente da Floirat Signatures, Antoine conduz uma estratégia voltada à valorização da experiência do hóspede, ressaltando a preservação do patrimônio histórico.

“No Byblos, o luxo nunca é uma demonstração. É uma liberdade. A liberdade de viver algo raro, intenso e profundamente pessoal”, afirma Antoine Chevanne. A relação entre o Byblos e o Brasil acompanha a evolução do turismo de luxo. O Brasil responde por 15% da clientela e consolida-se como a terceira nacionalidade mais presente no hotel.

Embora os viajantes brasileiros frequentem Saint-Tropez há décadas, a aproximação estruturada com o mercado teve início há cerca de vinte anos, por meio de ações dedicadas junto ao trade e à imprensa especializada.
Hoje, o Brasil responde por cerca de 15% da clientela e consolida-se como a terceira nacionalidade mais presente no hotel.

O Brasil fica atrás dos hóspedes norte-americanos (35%) e franceses (18%). Na sequência aparecem os mercados britânico (8%) e suíço (4%), refletindo a diversidade internacional do Byblos, que recebe visitantes de 70 nacionalidades ao longo do ano. Os hóspedes brasileiros permanecem, em média, entre quatro e cinco noites.

Com 86 acomodações, uma equipe de 300 colaboradores, o Spa by Sisley, o Byblos Beach, o Sky Bar, o restaurante Il Giardino e a boate Les Caves du Roy, o hotel prepara-se para celebrar, em 2027, seis décadas de história mantendo o que o transformou em uma referência da hotelaria de luxo: a capacidade de atravessar gerações sem perder sua relevância.