Bem que a distrital Doutora Jane Klebia, como procuradora da Mulher na Câmara Legislativa, pediu todas as informações sobre o inquérito policial sobre o incidente em que o também distrital Daniel Donizet e o assessor dele, Marco Aurélio Oliveira Barbosa, estariam envolvidos em um suposto caso de agressão física a uma mulher. Silêncio. Jane insistiu.
Acaba de receber o aviso de que “a investigação do referido Inquérito Policial, 11ª DP foi realizada em caráter sigiloso e concluída com o encaminhamento dos autos à Vara Criminal e Tribunal do Júri do Núcleo Bandeirante, tendo o Ministério Público do Distrito Federal e Território requisitado diligências complementares e, após a realização destas, os autos foram novamente encaminhados ao Poder Judiciário”.
A Polícia Civil também lhe respondeu que a comunicante e suposta vítima foi assistida na 5ª Delegacia de Polícia, quando do registro da notícia-crime e registro da Comunicação de Ocorrência Policial e encaminhada ao Instituto de Medicina Legal para fins de submissão a exame de corpo de delito, tendo o referido órgão pericial elaborado e disponibilizado o laudo correspondente”.
Ou seja, conteúdo zero. Doutora Jane mandou a resposta ao presidente da Câmara, Wellington Luiz.