O ex-senador José Antonio Reguffe foi cortejado por ao menos quatro candidatos ao Buriti nas eleições deste ano. Três deles fizeram o possível — às vezes até o impossível — para tê-lo em suas chapas.
Na lista estavam Paula Belmonte, que queria tê-lo como candidato ao Senado, Ricardo Cappelli e até José Roberto Arruda, aliado antigo.
Reguffe só não disputou a reeleição como senador, em 2022, porque foi traído por seu partido à época, o União Brasil, que o pressionou para puxar a chapa de deputados.
Reguffe se negou, não foi candidato a nada e, mais tarde, filiou-se ao pequeno Solidariedade, SD, que raramente elegeu alguém na capital.
Este ano, Reguffe flertou com vários candidatos, mas confessou ao Jornal de Brasília, já no fim do prazo de registro, que provavelmente não disputaria a eleição.
Realmente ficou de fora. Mas tudo isso foi demais para o Solidariedade.
Já na reta final, a governadora recebeu apoio formal do partido, dado por uma comissão encabeçada pelo secretário-geral do SD, o ex-distrital Berinaldo Pontes.