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Reação ao Executivo

Celina Leão (PP-DF) se uniu às parlamentares que criticaram o veto do presidente ao projeto que permitiria a distribuição de absorventes femininos para mulheres em situação de vulnerabilidade social

Celina Leão. Foto: Acácio Pinheiro / Agência Brasília Foto: Acácio Pinheiro / Agência Brasília

Coordenadora da bancada feminina da Câmara, a deputada federal Celina Leão (PP-DF), mesmo sendo da base aliada do Governo Federal se uniu nesta quinta-feira (8) às parlamentares que criticaram o veto do presidente Bolsonaro ao projeto que permitiria a distribuição de absorventes femininos para mulheres em situação de vulnerabilidade social.

Dificuldades

Celina citou dados do estudo ‘Pobreza Menstrual no Brasil’, segundo os quais 713 mil meninas vivem sem acesso ao banheiro ou a chuveiro em seu domicílio. E 4 milhões não têm acesso a cuidados mínimos menstruais, por isso muitas vezes deixam de ir à escola porque estão no período menstrual.

Princípios

“Se R$ 84 milhões for muito dinheiro para o Governo dar condições a meninas e mulheres, eu acho que o Governo tem que rever seus princípios. Repudio esse veto e peço ajuda para que rapidamente a gente consiga derrubá-lo. Se você compra papel higiênico para escola, por que não pode comprar absorvente?”, questionou ela.

Respingo

O encontro que o ex-presidente Lula teve ontem, ao lado de parlamentares do PT, com catadores do Distrito Federal, terminou respingando positivamente para o secretário de Meio Ambiente do DF, Sarney Filho – ex-ministro do Meio Ambiente no governo Dilma Rousseff.

“Coração bom”

Ao discursar para os catadores, Lula disse que quando viu que “Zequinha” era o titular da pasta, já soube que seria “meio caminho andado” para melhoria das condições de vida dessas pessoas. “O Zequinha é um homem de coração bom, podem ter certeza de que ele jamais vai tratar vocês mal”, disse Lula.

Isenção

Sarney Filho contou que encaminhou para o governador do DF, Ibaneis Rocha (MDB), um pedido para isentar do pagamento de IPTU o espaço mantido por aqui pelas associações de catadores.

Tempo quente

O tempo anda quente no diretório regional do PTB no DF, depois da decisão da executiva nacional, na noite de quinta-feira (6), de expulsar, além da ex-deputada Cristiane Brasil, o blogueiro Oswaldo Eustáquio e o pastor Fadi Faraj. Faraj estava presidindo o diretório do Distrito Federal.

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Fake news

O PTB disse em nota que a decisão sobre Faraj foi impulsionada por “manifestações inverídicas criadas e incentivadas por ele”, que o pastor fomentou a disseminação de fake news usando redes institucionais do PTB no DF e que, durante cinco meses à frente da legenda, “não cumpriu com suas obrigações de organizar a sigla”.

“Vingança”

Por meio do seu twitter, Faraj atribuiu a iniciativa a vingança. “O que vemos aqui é vingança, devido à liminar que me devolveu a presidência do PTB-DF. A [executiva] nacional não transferiu R$ 1 de fundo partidário para o DF, mas gastou de outras formas”, destacou.

Podólogos

O deputado distrital Jorge Vianna (Podemos) teve aprovada quinta-feira (6), na CLDF, moção de sua autoria em apoio à regulamentação da profissão de podólogo (profissional que cuida da saúde dos pés) no DF. Ele aproveitou para pedir a aprovação do projeto que reconhece a podologia como parte da área de Saúde. A matéria tramita na Casa desde 2015.

Valorização

“O podólogo trata de problemas específicos que uma simples visita à manicure ou pedicure não resolve, como unhas encravadas, calosidades, males e incômodos que afetam a saúde dos pés. As manicures trabalham com a estética da unha, já os podólogos tratam o problema. Precisamos valorizar muito estes profissionais”, afirmou.

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Conciliação

Conforme balanço recente do Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT), a Semana Nacional de Conciliação e Execução Trabalhista, realizada pelo órgão em parceria com o TST e TRTs, atendeu 286.864 pessoas ao longo de cinco dias, no final de setembro.

Garantias

No total, foram movimentados R$ 1.860.607.756 em processos na fase de execução, garantindo assim direitos já reconhecidos em juízo que aguardavam solução definitiva. O valor é superior ao recorde anterior, atingido na edição do ano passado (R$ 1.825.027.573).

Recorde

Para a presidente do TST e do CSJT, ministra Maria Cristina Peduzzi, o novo recorde demonstra a efetividade das ações concentradas. “O esforço de magistrados e servidores foi essencial para esse resultado, que vai mudar a vida de muitos trabalhadores brasileiros”, disse ela.

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