Quem também se diz vítima de uma ofensiva de baixarias na internet é o pequeno Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado, o PSTU, da ultraesquerda, que protesta contra o que chama de “escalada de ataques promovidos por grupos e ativistas de extrema-direita contra as nossas redes sociais, nossos candidatos e nossa organização” no Distrito Federal.
Esses ataques se manifestam, de forma covarde, segundo o PSTU, por meio de duas frentes principais de opressão: a transfobia e a gordofobia. Os agressores chegaram a criar uma candidatura falsa com um claro e abjeto viés transfóbico.
As peças mostram um personagem inexistente, batizado como Mikaelly Transtcholão, que seria candidato a distrital pelo PSTU com o número 16069. Tudo fajuto, claro.
Essa ação criminosa, para o partido, “não é apenas um ataque à nossa organização política, mas representa, sobretudo, uma violência direta contra a população LGBT, em especial a população trans”.
Também há uma torrente de comentários gordofóbicos e ofensivos direcionados diariamente ao candidato do PSTU ao Buriti, o Professor Robson. Para o partido, “é uma tentativa torpe de desacreditar, humilhar e ridicularizar não apenas a figura do nosso candidato, mas as propostas da esquerda socialista”.