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Do Alto da Torre
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Nova pesquisa dá Celina à frente de Arruda e Grass sobe

Leandro Grass registra o maior índice obtido por ele até agora

Eduardo Brito

19/08/2026 17h57

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Quadro principal para a pesquisa. Crédito REALTIME BIGDATA

Pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta quarta-feira, 19, coloca Celina Leão, do PP, à frente para o governo brasiliense, com 34% das intenções de voto, seguida por José Roberto Arruda, do PSD, com 22%, e Leandro Grass, do PT, com 18%, o maior índice obtido por ele até agora.

Paula Belmonte, do PSDB, fica com 6%; Ricardo Cappelli, do PSB, com 5%; e os demais somam 1%. Os dados referem-se à pesquisa estimulada, aquela em que os nomes são apresentados aos eleitores, feita com 1.600 entrevistas.

A margem de erro é de dois pontos percentuais para cima ou para baixo, com índice de confiança de 95%. A pesquisa está devidamente registrada no TSE, e as entrevistas foram feitas entre 14 e 18 de agosto.

Na pesquisa espontânea, Celina tem 15%, Arruda, 9%, e Grass, 3%. Quando se medem as opções por idade, Celina fica à frente na faixa até 34 anos, em que obtém 33% e é seguida por Grass, com 23%.

Entre 35 e 59 anos, Celina vai a 37%, mas o segundo lugar é de Arruda, com 22%, e Grass fica em 18%. Acima de 60 anos, Arruda passa à frente, com 38%, Celina preserva 29%, e Grass cai para 9%.

Fica o registro de que a pesquisa incluiu um cenário sem Arruda. Nessa hipótese, Celina teria 45%, Grass, 20%, Paula, 10%, e Cappelli, 6%.

Segundo turno mantém vantagem

A pesquisa fez três simulações de segundo turno, que, segundo a estimulada, seria bastante provável caso mantido o quadro original.

Na primeira simulação, Celina venceria Arruda por 42% contra 30%, ficando 15% para nulos ou brancos e os 13% restantes sem resposta.

Na segunda, Celina iria a 51% contra 32% de Grass e 10% de nulos ou brancos. Na terceira, enfim, Arruda teria 44% contra 34% de Grass e 13% de nulos ou brancos.

Já quando se pergunta sobre rejeição — em qual candidato o entrevistado não votaria de jeito nenhum —, quem fica à frente é o ex-governador José Roberto Arruda, recusado por 51%.

A segunda mais rejeitada é Celina Leão, com 38%. A seguir, muito próximos, vêm Leandro Grass, com 36%, e Paula Belmonte, com 34%, seguidos por Cappelli, com 30%.

De todos os entrevistados, só 3% dizem que poderiam votar em qualquer dos candidatos apresentados. Enfim, a pesquisa mediu a chamada votabilidade, ou seja, qual a postura do entrevistado diante da própria opção.

Nesse conceito, 21% mostraram voto consolidado em Celina, dizendo que votariam nela com toda a certeza. Para Arruda, esse voto certo é de 12%; para Grass, de 9%; e, para Paula e Cappelli, 2%. Os demais não pontuam na categoria.

Para o Senado, dá Michelle e Leila

Michelle Bolsonaro aparece também como favorita nas entrevistas para o Senado. A pesquisa adotou duas fórmulas diferentes para avaliar as preferências, uma vez que os eleitores poderão votar em dois nomes diferentes.

Em um primeiro cenário, mediu uma consolidação das duas opções feitas pelos entrevistados, sempre de forma estimulada. Nesse voto consolidado, Michelle, do PL, sai à frente, com 25% das intenções de voto.

A segunda vaga ficaria para Leila do Vôlei, do PDT, com 17%. Depois viriam Bia Kicis, do PL, e Érika Kokay, do PT, ambas com 15%. Na verdade, as três apresentam aí um empate técnico, pois a margem de erro é sempre de dois pontos percentuais para cima ou para baixo.

A seguir aparece Sebastião Coelho, do Novo, com 8%; Cristian Viana, do Podemos, com 2%; e Tiago Tarsis, do Agir, com 1%. Os demais não pontuaram.

No outro cenário, foram pesquisados o primeiro e o segundo votos separadamente. Nesse caso, quem sai na frente no primeiro voto é Michelle, com 35%, seguida por Leila, com 21%; Érika, com 14%; Bia, com 12%; Coelho, com 6%; e Cristian, com 1%.

Já no segundo voto, Bia Kicis tem 18%; Michelle, 16%; Érika empata com os mesmos 16%; e Leila fica com 14%. Aí, Sebastião Coelho sobe para 10%, Cristian para 2% e Tiago para 1%.

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