Tudo indica que o quebra-cabeça eleitoral dos brasilienses aguardará definição até o prazo final das convenções partidárias, marcado legalmente para 5 de agosto, uma quarta-feira.
Não por acaso, ficaram para a reta final as convenções do MDB, na manhã do dia 1º; do PP de Celina Leão, no dia 2; do PL, também no dia 2, às 17h; do PSB, na noite do dia 3; e, enfim, da federação petista, no dia 5.
O suspense maior, que mexe com todos os jogos, é a palavra final da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (foto). Ela já disse em encontros privados com amigas, como Damares Alves, que decidiu concorrer a senadora pelo Distrito Federal.
Mas compromisso público, nada. É lógico que isso mexe com toda uma vertente política.
A governadora Celina Leão já tornou claro que não tomará a iniciativa de mexer na chapa já ajustada, muito menos nas duas candidaturas ao Senado do PL. No entanto, se Michelle não se definir no prazo legal, isso terá de ser rediscutido.
O MDB de Rafael Prudente, já apalavrado para apoiar Celina, gostaria, claro, de ter essa vaga. Até o próprio PL pode recorrer a outro nome. O senador Izalci Lucas está por aí.
Com o PL no fim da fila das convenções, é suspense até o fim.