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Do Alto da Torre
Do Alto da Torre

Em campanha, não existem atos isolados

Afinal, completou, “o bolsonarismo é machista, é misógino, é violento”.

Eduardo Brito

04/05/2026 18h08

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Érika Kokay crédito Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados

Veterana de campanhas eleitorais e habituada ao uso dos palanques, a deputada brasiliense Érika Kokay, do PT, mostrou nesta segunda-feira como não existem atos isolados em campanhas eleitorais.

Ela aproveitou uma baixaria cometida pelo senador Magno Malta, do PL, contra enfermeira que o atendia no hospital DFStar para transformá-la em uma questão política ideológica.

Só para lembrar, Magno Malta deu um tapa na enfermeira que errou ao abastecer um cateter, deixando que o líquido de contraste vazasse.

Ainda por cima, a chamou de “imunda”.

Poderia ser uma simples grosseria do senador, que depois alegaria estar em surto.

Mas Érika Kokay aproveitou para transformar o ato em uma agressão “a todas as mulheres”, ainda por cima “junto ao Dia das Trabalhadoras”.

E seguiu em frente.

A agressão e o insulto, disse, não foram apenas de um senador bolsonarista.

Afinal, completou, “o bolsonarismo é machista, é misógino, é violento”.

Pronto, criou-se um ato político.

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