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Do Alto da Torre
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Daniel Donizet: rigor na apuração

A parlamentar, que tem lugar na Mesa por ser a segunda vice-presidente da Casa, destacou que denúncias graves contra Donizet, inclusive de cunho sexual e com relatos de “teste do sofá”

Eduardo Brito

02/09/2025 19h18

daniel donizet

Foto: Divulgação/Gab. Daniel Donizet

Procuradora Especial da Mulher, a distrital Paula Belmonte foi a voz mais firme na reunião da Mesa Diretora que decidiu pela continuidade da análise dos processos contra o colega Daniel Donizet.

Ela questionou a presença irregular de um assessor do parlamentar na reunião e defendeu a validade do próprio voto, mesmo sendo autora do pedido de afastamento.

A parlamentar, que tem lugar na Mesa por ser a segunda vice-presidente da Casa, destacou que denúncias graves contra Donizet, inclusive de cunho sexual e com relatos de “teste do sofá” para permanência em gabinete, precisam ser apuradas com seriedade.

“Não podemos permitir que a Câmara sangre por mau comportamento. Precisamos dar uma resposta à sociedade”, disse a deputada, no fim da reunião, que ocorreu na manhã desta segunda-feira, 1º de setembro.

Cassação

A reunião durou duas horas e, na maior parte do tempo, Paula e o presidente da Casa, Wellington Luiz, discutiram sobre o rito.

Primeiro, porque se cogitou que a suspensão substituísse qualquer sanção maior, como a cassação, por exemplo.

“Hoje, infelizmente, na Mesa Diretora, há uma mulher e seis homens. Então, nós tivemos que trabalhar, convencer os outros parlamentares que é possível sim uma punição mais do que só o afastamento dele. Nós acreditamos que todas as possibilidades sejam possíveis depois da investigação correta, que dê ampla defesa para ele e, na sequência, a punição adequada”, disse a parlamentar.

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