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Do Alto da Torre
Do Alto da Torre

Bia retoma tese do voto impresso

Senadora eleita voltou a defender mudanças no sistema eleitoral, enquanto primeira suplente de deputada atribuiu ao PT redução de recursos destinados ao DF

Eduardo Brito

02/11/2026 15h55

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Foto: Reprodução/Instagram

Provocada sobre declarações do presidente Trump de que coisas estranhas ocorreram no Brasil, a senadora brasiliense eleita Bia Kicis reiterou a tese de que o sistema eleitoral brasileiro não é transparente. “Basta ver que as urnas não são auditáveis”, afirmou, “Ninguém tem como conferir”. Lembrou que, desde que eleita deputada, propôs que, pelo menos, o voto também foi impresso.

“Responderam que, como nós tínhamos sido eleitos, porque estávamos contestando? Então, se ganharmos, não podemos pedir para melhorar o sistema e, claro, se perdermos, aí é que não podemos mesmo”, ironizou.

A conclusão é que o sistema não pode ser aperfeiçoado. Para Bia Kicis, isso significa que as urnas eletrônicas viraram um dogma. “Você não pode duvidar delas. Para religião, isso pode até valer, mas não estamos falando de religião, mas de eleição, de voto, coisas humanas”, assegurou.

Até suplente abre fogo

Surpresa nas urnas brasilienses, a primeira suplente de deputada Mariana Naime (foto) quer mostrar a que veio. Acusou o PT de, mantido no poder, mostrar a que veio. Segundo ela, cortou R$ 1,8 bilhão do Fundo Constitucional do Distrito Federal, ao mesmo tempo em que mantém a gastança em viage e com o Fundo Eleitoral, que lhe garante a busca de poder. Segundo ela, o PT recebeu R$ 615 milhões de verbas eleitorais.

O Fundo Constitucional, acusou Mariana, atende os mais pobres, nos hospitais, nas escolas e na segurança. Os cortes significam doentes deixando de ser atendidos, meninas fora da escola e sofrimento para todos os que garantem esse atendimento. “Eu não aguento esse bom-mocismo deles, que fingem defender os pobres, mas apertam os cintos deles, gastando recursos públicos com viagens suntuosas”, arrematou.

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