Com convenções marcadas para o fim desta semana ou início da próxima, quatro partidos têm ainda pela frente quebra-cabeças eleitorais com fórmulas muito parecidas: têm um nome forte para as majoritárias, chapas proporcionais equacionadas, mas não conseguiram até agora compor suas chapas. E às vezes dependem de outras legendas.
É o caso do PSDB, que lançará sua presidente regional, Paula Belmonte, para governadora, mas ainda não tem sequer um vice. Sua preferência iria para alguém do setor produtivo e, ao que tudo indica, será o ex-senador Adelmir Santana, presidente da Federação do Comércio do DF por vários mandatos.
Adelmir, inclusive, já participou de uma reunião dos filiados ao partido (foto), com a própria Paula. O PSDB, federado com o Cidadania, já confirmou 25 candidatos a distrital e nove a federal.
E é aí que surge mais um problema. Seu candidato dos sonhos a senador é José Antonio Reguffe, que já ocupou o cargo, inclusive como campeão de votos. Insistentemente convidado, Reguffe ainda não se definiu.
A questão adicional é que Reguffe está filiado ao Solidariedade, partido que fará convenção no domingo, 1º, enquanto Paula reúne o seu somente na terça, dois dias depois. Também estão indefinidas as chapas majoritárias do PSD-Avante, com convenção no sábado, dia 1º, com definição apenas do nome para governador, José Roberto Arruda, e do PSB, igualmente só com o governador, Ricardo Cappelli.
São poucos dias para muitas vagas.