Nem foi decidido ainda o processo da senadora brasiliense Damares Alves contra o gabinete do ódio, ops, gabinete da ousadia petista, e ela já entrou em outra guerra. Agora Damares sai em defesa de uma colega de orientação política, a deputada catarinense Júlia Zanatta, que foi acertada de raspão na briga entre os também deputados André Janones, Nikolas Fereira e Erika Hilton.
Zanatta disse que Érika a chamou de feia, ultrapassada, descabelada, em um ataque que incluiu, por parte dos brigões, dizer que ela usava tiara nazista. Damares saiu em defesa da amiga.
A senadora afirmou que o objeto, conhecido no Sul como “tiara de frida” faz parte de traje típico e são um orgulho para a população descendente de alemães da região de Blumenau. “Portanto”, concluiu Damares, além e evidente violência política contra uma mulher, esse ataque covarde é preconceituoso e burro, uma vez que sequer se sabia de onde veio a deputada e em qual cultura está inserida”.
Damares denunciou esse ataque em nome da bancada feminina do Senado, a que pertence. O problema é que a coisa não deve ficar por aí. O blogueiro do gabinete da ousadia Felipe Neto retrucou que “tiara de flores no cabelo é tida por muitos como apologia do nazismo e essa moça a usa o tempo todo, embora negue sua motivação”. Só que, acrescentou, fez questão de retirá-la quando falou no Parlamento Europeu.