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Agaciel Maia estuda alternativas para repor remuneração de agentes de trânsito

Profissionais desta categoria no DF estão prestes a perder gratificação que há anos recebem por insalubridade. Projeto do distrital sobre o tema tramita na CLDF

Foto: Myke Sena/Jornal de Brasília (Cedoc)

Hylda Cavalcanti e Catarina Lima
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O deputado distrital Agaciel Maia (PL) chamou a atenção ontem, durante sessão da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), para a situação dos agentes de trânsito, que segundo ele estão prestes a perder a gratificação que recebem por insalubridade.

Alternativa

O parlamentar informou que tem feito gestões junto ao GDF a favor de uma outra gratificação para compensar as perdas salariais destes e que a matéria sobre o tema já está tramitando na Casa. “Os agentes contam com a gratificação no salário e estão sem perspectiva de reposição”, enfatizou.

Nas escolas

Está em tramitação na CLDF um projeto para estimular, formar e manter orquestras, corais e outros grupos musicais formados por crianças, adolescentes e jovens estudantes da rede pública de ensino do DF. Intitulado de “Programa Orquestra nas Escolas” o texto sobre o tema tem como autor o deputado distrital Claudio Abrantes (PDT).

Estímulo

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Pelo projeto, o Executivo poderá ampliar o campo de ação do programa buscando o desenvolvimento dos valores musicais de crianças e jovens, por meio da manutenção dos pólos existentes e implantação de outros, novos. Também terá de apresentar ao Conselho de Cultura relatório detalhado sobre os beneficiários e resultados do trabalho.

Música

“A iniciativa contribui para o fortalecimento do ambiente escolar, visando à consolidação de um espaço de fruição artística e cultural que intensifique o papel da música no desenvolvimento integral dos alunos, bem como da excelência da formação musical”, afirmou Abrantes.

Rendendo

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A confusão observada na CPI da Covid na última quarta-feira (22), quando o ministro da CGU Wagner do Rosário chamou a senadora Simone Tebet (MDB-MS) de “descontrolada”, apesar de minimizada e alvo de um pedido de desculpas, continua rendendo durante as conversas e pronunciamentos do Senado.

Inadmissível

Vários parlamentares, sobretudo mulheres, têm dito que não vão mais admitir esse tipo de desrespeito para com qualquer integrante do colegiado na Casa. Uma das mais enfáticas em relação à questão tem sido a senadora Leila Barros (Cidadania-DF), atual procuradora da mulher no Senado.

Não calarão

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“Não vamos ficar acompanhando esse show todo dia aqui dentro, não. Quanto à fala do senhor Rosário, é bom deixar claro que os descontrolados nessa CPI são os homens”, frisou a parlamentar. “Essas atitudes não calarão as mulheres, nem tampouco impedirão que a comissão conclua o seu trabalho”, destacou Leila.

Nos estádios

A deputada federal Celina Leão (PP-DF) comemorou a aprovação, quinta-feira (22), pela Comissão de Esporte da Câmara, do projeto que torna obrigatório o uso de aparelhos de identificação biométrica nos estádios daqui por diante, de sua relatoria.

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Obrigações

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O texto altera o Estatuto de Defesa do Torcedor para incluir a instalação dos aparelhos entre as obrigações da entidade responsável pela competição. Atualmente, essa lei prevê cinco deveres, como disponibilizar ambulância a cada dez mil torcedores e contratar seguro de acidentes pessoais.

Segurança

“A medida será fundamental para garantir a efetiva segurança no interior dos estádios. Consiste num meio objetivo para pôr em prática o afastamento das arenas daqueles torcedores impedidos judicialmente de entrar nestes locais”, disse ela.

Portaria

O deputado distrital Jorge Vianna (Podemos) recebeu esta semana a diretoria do Sinpro-DF para conversar sobre a portaria que impede a reeleição de diretores de escolas públicas do DF. Ao lado de outros parlamentares como Arlete Sampaio (PT), Chico Vigilante (PT) e Reginaldo Veras (PDT) ele apoia o pleito desses profissionais.

“Democracia”

Vianna disse que apresentará, dentro de poucos dias, um Projeto de Decreto Legislativo (PDL) para tornar sem efeito a referida portaria e, assim, “garantir a democracia quanto ao direito desses professores em participar do processo eleitoral sem limitação”, conforme destacou.

Recondução

“Não há como falarmos em democracia sem ouvirmos os professores. Esta Casa não pode cercear o direito desses profissionais de disputarem suas reconduções como diretores”, afirmou ele, que é integrante da Comissão de Educação, Saúde e Cultura da CLDF.








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