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Desencontros de Bolsonaro com Valdemar causam apreensão no PL

Por Leandro Mazzini 17/11/2021 1h01
Foto: Reprodução/Agência Brasil

O possível divórcio do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) com o Partido Liberal tem causado apreensão em filiados da legenda que ocupam cargos de primeiro escalão no Governo. Por ora, não se fala em ruptura, mas se tratando de Bolsonaro tudo é possível.

Além da Secretaria de Governo da Presidência da República, chefiada pela discreta Flávia Arruda (PL-DF), o PL acumula cargos em ministérios e chefias de órgãos.

A Diretoria de Ações Educacionais do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) tem à frente o advogado Garigham Amarante Pinto, homem de confiança do presidente do partido, o mensaleiro Valdemar da Costa Neto.

A Diretoria de Tecnologia e Inovação do FNDE também é da cota do PL: é chefiada por Paulo Roberto Ramalho, outro indicado por Valdemar.

Em meio à crise no namoro com o PL, o presidente reabriu as conversas com outras legendas – “noivas” -, como o Republicanos e o Progressistas – controlado pelo chefe da Casa Civil e amigo de longa data, Ciro Nogueira. O PRTB, do falecido Levy Fidelix e hoje em autofagia na família que domina o partido, também tornou-se uma opção.

Bolsonaro tem dito que vai decidir sobre o novo partido em, no máximo, duas ou três semanas. 

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