Com a utilização de usinas de energia renovável arrendadas de parceiros, a TIM pretende contar com 100 unidades alimentando suas operações em diferentes Estados até o fim do ano. A iniciativa prioriza o uso de plantas solares, que representam cerca de 80% do total da planta, além de contar também com usinas hídricas e de biogás.

A TIM já incorporou 15 novas usinas somente no primeiro trimestre, totalizando 64 unidades, que atualmente produzem 50% do consumo total da empresa. No último trimestre, a Tempresa expandiu sua atuação para diversos estados, incluindo São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Minas Gerais, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul. Essas usinas produzem um total de 3.000 MWh, o suficiente para abastecer mais de 1,6 mil antenas da operadora.

Ao implementar essas novas unidades, a TIM estabelece parcerias com grandes nomes do setor de energia, como Faro Energy, Gaswatt Energia e Hy Brazil Energia, bem como fornecedores menores, como Fotossíntese Tecnologia Solar e Progressul Sistemas de Energia, contribuindo para o estímulo do mercado de produção de energia renovável
A TIM vem investindo em energia renovável desde 2017 e, com a ampliação de seu projeto de geração distribuída, espera se tornar a operadora com maior autogeração até o fim do ano. Bruno Gentil, Vice-Presidente de Recursos Corporativos da TIM, destaca o protagonismo da empresa no setor de telecomunicações nesse aspecto. Ele ressalta que a companhia alcançou a marca de 100% de energia limpa em seu consumo total em 2021 e continua mantendo esse patamar. Além das usinas, a TIM complementa sua produção energética por meio da aquisição no mercado livre e compra de certificados de energia renovável.
A implementação dessas usinas também traz benefícios para as comunidades locais. Além de abastecer as torres e antenas da TIM, a produção de energia é compartilhada com a população dos municípios onde as plantas estão localizadas. O projeto também impulsiona a criação de postos de trabalho, tanto na construção quanto na manutenção das usinas. Estima-se que cada megawatt de energia solar instalada demanda uma força de trabalho de 30 novos empregos, de acordo com a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar).