Nascido na cidade de São Paulo e criado em Jundiaí, cidade do interior do estado de São Paulo, o Dr. Juliano Fratezi teve uma infância tranquila, brincava na rua, jogava bola, andava de bicicleta e soltava pipa com os seus amigos. Apesar de ser de uma família de classe média e morar em um bairro periférico, seus pais que eram comerciantes priorizavam seus estudos e por isso ele estudou em escolas particulares.
Dr. Juliano não teve influência familiar para escolher sua profissão, já que se tornou o primeiro médico da família. A paixão pela medicina surgiu na adolescência, quando ele tinha aproximadamente 14 anos. “Eu tive uma dor no joelho após praticar um esporte e acabei indo em um ortopedista em Jundiaí. Eu achei aquele ortopedista um cara sensacional, o jeito que ele me atendeu, aquele atendimento médico. E eu falei ‘Poxa, eu quero ser igual a esse médico, eu quero ser médico para fazer o que ele faz”, recorda o paulista.

O sonho de cursar medicina pulsava no coração do Dr. Juliano e para torná-lo realidade, ele até trocou de escola no começo do ensino médio, foi para um colégio mais prestigiado e que tinha um método de ensino mais rigoroso. Após o finalizar o ensino escolar, o paulista fez um ano de curso pré-vestibular. No ano seguinte, ele já passou na Faculdade de Medicina de Jundiaí. “É uma faculdade muito conceituada até hoje, era na época e é até hoje uma ótima faculdade de medicina, eu tive uma ótima formação.” contextualiza. Depois de se formar no curso de medicina, o paulista começou a residência médica no Instituto Jundiaí de Ortopedia e Traumatologia. Na sequência ele foi fazer uma especialização em coluna com o Dr. Luiz Pimenta, um neurocirurgião muito famoso em São Paulo. “Eu fiquei um ano com ele e ele me arrumou um estágio no Presbyterian Hospital de Nova York, eu fiquei um ano lá, em 2009. Estudando e vendo as novidades, aprendi bastante lá”, lembra o ortopedista.

Ao retornar para o Brasil, o Dr. Juliano deu início a sua tão sonhada carreira como ortopedista, começou a trabalhar em clínicas, a atender seus pacientes e colocar na prática tudo aquilo que aprendeu em todos os seus anos de formação. Atuou durante anos como cirurgião de coluna, mas sentiu falta de uma formação específica no tratamento da dor. Para suprir essa necessidade, ele uma fez pós-graduação no Instituto de Ensino do Sírio-Libanês e se tornou especialista em dor. Após essa especialização ele intensificou seu interesse pelo tratamento da dor e passou a integrar o Grupo Zero Dor.
“A ideia do Grupo Zero Dor não foi só minha, eu entrei um pouquinho depois que ele já tava formado já. Foi o Dr. Marco Paulo Otani, meu colega lá de trás, de residência, a gente se conhece há mais de 20 anos, ele montou o embrião da Zero Dor e eu entrei como sócio, como fundador assim, bem no comecinho da Zero Dor”, explica o cirurgião. O começo do Grupo Zero Dor foi marcado pela atuação médica dos sócios fundadores, do Dr. Marco Paulo Otani, do Dr. Henrique Bella e do Dr. Juliano Fratezi, eles já tinham como conceito o tratamento da dor de uma forma mais abrangente, tanto que até a arquitetura do consultório deles era diferente, ao invés do paciente ficar sentado em frente à mesa do médico, o paciente de se senta ao lado do médico. “Desde desse conceito a gente já queria uma coisa mais humanizada e uma coisa que tivesse mais abrangência, não aquela coisa que estava se tornando a medicina que você tem que procurar o cirurgião especialista do dedão da mão esquerda, aquela superespecialização. A gente tem as nossas especialidades, eu sou cirurgião de coluna até hoje, mas assim de ver o paciente de uma forma mais abrangente. Eu não vejo só a coluna no meu paciente, eu vejo a coluna, o joelho, o quadril, eu vejo tudo e o que a gente precisa de um colega especialista a gente tem no grupo também, mas a gente tem essa ideia de ver a saúde do paciente como um todo”, exemplifica o médico.
Grupo Zero Dor tem como objetivo a transformação do estilo de vida das pessoas através do alívio da dor, tendo como base a terapia multidisciplinar e tratamento completo em um ambiente humanizado e acolhedor, proporcionando longevidade com qualidade de vida. Atualmente o Grupo Zero Dor já conta com 22 médicos que atuam nas mais diversas especialidades, como: Ortopedia, Medicina da Dor, Medicina Esportiva, Reumatologia, Fisiatria, Neurocirurgia, Neurologia, Fisioterapia, Psicologia e Nutrição.
“A gente faz desde procedimentos para dor que são as infiltrações guiadas por ultrassom até cirurgias mesmo, cirurgias de coluna, cirurgia de hérnia de disco, cirurgia por vídeo, a cirurgia que o paciente precisar, mas o foco do Grupo Zero Dor não é cirurgia, o foco do Grupo Zero Dor é reabilitação. A gente vai operar quem precisa, mas o foco nosso é ser o melhor grupo de reabilitação que a gente possa ser e a gente almeja ser o melhor do Brasil, de a gente realmente ter resultados superiores na questão da reabilitação”, explicita o Dr. Juliano. O cirurgião ainda reforça que o que muitas vezes o que acontece é um paciente que passa no médico, faz algum tipo de procedimento, mas a sequência do tratamento é dada em outros lugares. Já o Grupo Zero Dor é muito focado em reabilitação de alta performance, logo eles trabalham com academia terapêutica, osteopatia e fisioterapia, eles possuem um time de profissionais de reabilitação porque eles acreditam que reabilitação é 90% do resultado. Dessa forma, o Grupo Zero dor proporciona para seus pacientes uma assistência completa, desde a primeira consulta, até a finalização do tratamento.
Além de oferecer o que há de melhor quando se assunto é o tratamento da dor, em 2021 o Grupo Zero Dor criou o Instituo Zero Dor, que é a parte de educação médica do grupo. “A gente já faz alguns cursos e a gente trabalha na educação continuada de outros profissionais. No decorrer da carreira médica falta ensino sobre a dor, na faculdade, na residência, de tratamento adequado para a dor. Agora está mudando, estão tendo mais informações, mas na minha época a gente era extremamente deficitário, então, muitos médicos hoje são deficitários no tratamento da dor. Isso não é por causa do colega, isso é por causa do sistema de ensino, que era uma coisa meio que negligenciada, cada um aprendia meio que de um jeito, mas não aprendia a melhor ciência para isso. Aliado ao nosso conhecimento a gente criou o braço para ensinar outros médicos a melhor nessa área de prescrição fármacos, de técnicas de tratamento para dor. A gente tem no time um médico chamado Felipe Chiodini que é um dos maiores nomes da dor crônica no Brasil e faz parte do corpo docente de pós-graduação de dor”, relata Dr. Juliano. O Instituo Zero Dor apresenta profissionais gabaritados não só como médicos praticantes, mas também como professores para poder da melhor forma disseminar o conhecimento acadêmico acerca do tratamento da dor.
Dr. Juliano realizou o sonho de ser ortopedista e fez do tratamento da dor o seu propósito de vida, busca incessantemente todos os dias oferecer aos seus pacientes a melhor qualidade de vida possível e demonstra o quão gratificante é poder fazer a diferença na vida de uma pessoa. “Isso se chama satisfação pessoal com o seu trabalho, eu falo para os pacientes, eu vivo de resultado. Não adianta, se eu ganhasse fortunas operando e não tivesse resultado, para mim não seria satisfatório. Porque eu quero ver a minha sala de espera cheia, o médico só tem a sala de espera cheia se ele tem resultado, porque um vai indicar para outro, 90% dos meus pacientes é indicação. Essa é maior dádiva que a gente pode ter é quando a gente acerta um tratamento e paciente tem resultado, para mim não tem coisa igual, sem demagogia, eu acho uma coisa maravilhosa”, finaliza o médico.