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Analice Nicolau
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Novo Saque projeta R$ 2 bilhões e acelera com aquisição

Colunista Analice Nicolau

13/04/2026 20h00

Novo Saque projeta R$ 2 bilhões e acelera com aquisição Fintech catarinense compra startup Fint para dominar mercado de crédito e tecnologia em 2026 O mercado de crédito brasileiro assiste a um movimento que redefine as regras do jogo para as fintechs nacionais. A Novo Saque não está apenas anunciando números; ela está consolidando uma infraestrutura que muitos gigantes tradicionais ainda lutam para construir. O anúncio da aquisição da startup Fint sinaliza que a era da intermediação passiva acabou, dando lugar à soberania tecnológica total. O cenário financeiro atual exige mais do que boas taxas; exige velocidade e independência operacional. Com a demanda por crédito consignado digital crescendo em ritmo acelerado no Brasil, possuir a tecnologia que integra instituições e convênios públicos tornou-se o "ouro" do setor. Dados recentes mostram que a digitalização do crédito reduziu o tempo de liberação de recursos em até 70%, um vácuo de eficiência que a empresa catarinense decidiu preencher com autoridade. Fundada em um coworking no Bairro Estreito, em Florianópolis, por Cássio Casagranda (CEO) e Israel Wamosy (CSO), a Novo Saque é o retrato do protagonismo sulista na inovação. O que começou com apenas duas mesas e um foco inicial em servidores públicos, transformou-se em uma operação robusta que agora conta com o olhar estratégico de Fernando Henrique (CMO). A liderança entende que o crédito humanizado só escala se houver uma base digital inabalável por trás de cada contrato assinado.

Cassio Cassagranda (CEO), Helton Paris (CTO), Israel Wamosy (CSO) e Fernando Henrique (CMO), os sócios da Novo Saque – Foto Jeferson Baldo.jpg

Fintech catarinense compra startup Fint para dominar mercado de crédito e tecnologia em 2026

O mercado de crédito brasileiro assiste a um movimento que redefine as regras do jogo para as fintechs nacionais. A Novo Saque não está apenas anunciando números; ela está consolidando uma infraestrutura que muitos gigantes tradicionais ainda lutam para construir. O anúncio da aquisição da startup Fint sinaliza que a era da intermediação passiva acabou, dando lugar à soberania tecnológica total.

O cenário financeiro atual exige mais do que boas taxas; exige velocidade e independência operacional. Com a demanda por crédito consignado digital crescendo em ritmo acelerado no Brasil, possuir a tecnologia que integra instituições e convênios públicos tornou-se o “ouro” do setor. Dados recentes mostram que a digitalização do crédito reduziu o tempo de liberação de recursos em até 70%, um vácuo de eficiência que a empresa catarinense decidiu preencher com autoridade.

Fundada em um coworking no Bairro Estreito, em Florianópolis, por Cássio Casagranda (CEO) e Israel Wamosy (CSO), a Novo Saque é o retrato do protagonismo sulista na inovação. O que começou com apenas duas mesas e um foco inicial em servidores públicos, transformou-se em uma operação robusta que agora conta com o olhar estratégico de Fernando Henrique (CMO). A liderança entende que o crédito humanizado só escala se houver uma base digital inabalável por trás de cada contrato assinado.

Novo Saque projeta R$ 2 bilhões em crédito em 2026 e adquire startup de tecnologia para acelerar expansão -Foto Jeferson Baldo

A transformação é nítida; a empresa deixou de ser uma intermediária para se tornar dona de sua própria jornada tecnológica. De uma operação enxuta em 2018 para o atendimento de mais de 1 milhão de clientes, o salto foi impulsionado pela coragem de internalizar processos. Com a chegada de Helton Paris (agora CTO) e a tecnologia da Fint, a fintech elimina gargalos técnicos e ganha autonomia para ditar o próprio ritmo de crescimento em prefeituras e órgãos federais.

O impacto desses movimentos é mensurável e agressivo, com uma projeção de R$ 2 bilhões em volume de crédito para este ano. A estruturação de um fundo exclusivo de R$ 100 milhões voltado ao trabalhador CLT não é apenas um produto, mas uma ferramenta de inclusão financeira em larga escala. Através de uma rede de 25 mil correspondentes bancários, a empresa capilariza riqueza, gerando renda e movimentando economias locais em todos os cantos do país.

Fernando Henrique (CMO), Israel Wamosy (CSO), Cassio Cassagranda (CEO) e Helton Paris (CTO), os sócios da Novo Saque – Foto Jeferson Baldo

Esta movimentação da Novo Saque reflete uma tendência irreversível: a descentralização do poder bancário através da eficiência tecnológica. Quando uma empresa de Santa Catarina adquire tecnologia para dialogar diretamente com o governo, ela encurta o caminho entre o capital e quem realmente produz. O sucesso dessa estratégia eleva o patamar de competitividade do setor, provando que a agilidade digital é a única resposta possível para a burocracia histórica do sistema financeiro.

O futuro do crédito não espera, ele exige ação concreta e infraestrutura própria. A Novo Saque reconhece: uma estratégia brasileira soberana eleva resultados e transforma a realidade econômica nacional. De uma ideia em um coworking a uma potência de bilhões: a transformação possível é real.

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