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Trazendo a alegria do pagode, EP “Furduncinho do Luidd” chega às plataformas digitais

Lançamento traz 6 faixas e marca a estreia do cantor e compositor paraense que promete bombar na cena

Por Analice Nicolau 09/10/2021 10h00
Lançamento traz 6 faixas e marca a estreia do cantor e compositor paraense que promete bombar na cena

Chegou nesta sexta (8) às plataformas digitais o EP “Furduncinho do Luidd”, cuja estrela é o cantor e compositor Luidd. O lançamento marca o start definitivo da carreira do artista e sua presença nas plataformas digitais.

Composto por seis faixas, o EP conta com hits como “Vagabundo”, faixa autoral de destaque no álbum, que tem um refrão chiclete – daqueles que ficam na cabeça da galera. Outras canções são “Para de Postar Mentira” e “Foi Tão Bão”, além de um pout-pourri com grandes sucessos da história do pagode.

Os clipes das músicas, que contam com gravação ao vivo, serão lançados ao longo do fim de semana no canal do selo Hitzada, que assina o lançamento. Haverá ainda uma ação exclusiva e em tempo real no domingo (10) para divulgar oficialmente o clipe de “Vagabundo” e fechar a semana com chave de ouro.

O cantor está animado com este novo projeto. Nascido em Belém do Pará (PA), ele foi para o Rio de Janeiro (RJ) aos 20 anos em busca de seu maior sonho: “cantar e espalhar alegria”, segundo suas próprias palavras. Assim, nos próximos meses, promete bombar na cena e trazer muitas novidades.

“As minhas expectativas são as melhores possíveis. Acredito muito no tempo de Deus e não seria diferente para esse disco. Foi tudo do jeitinho que tinha que acontecer e estou muito feliz e confiante. Fora que, apesar de ser novo no streaming, é um trabalho que já está na rua e presente no nosso repertório de shows. As pessoas que nos acompanham também estavam ansiosas para esse momento”, conta Luidd, que participou ativamente do processo de produção do lançamento do EP.

“Desenvolver o ‘Furduncinho’ está sendo um momento importante porque desde que a Hitzada entrou na minha vida, eu venho trabalhando e realizando sonhos. Um deles foi, claro, fazer esse primeiro álbum, e, junto com ele, trabalhar com pessoas de quem eu já era fã”, afirma. Um deles é Lincoln de Lima, produtor musical de grandes nomes do pagode, como Ferrugem e Dilsinho.

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“É um cara que eu sigo desde moleque. Sempre conto a história pra todo mundo que, para assistir os vídeos dele na internet, ainda em Belém, eu tinha que andar vinte minutos da minha casa para um local com internet. E quando disseram pra mim que a gente ia conhecer meu produtor musical e que era ele, a perna bambeou na hora”, brinca o artista. “No primeiro momento dá aquele frio na barriga de conhecer o homem, mas logo em seguida a gente já ficou muito amigo, muito à vontade um com o outro. Estou sempre em busca de aprender e ele gostou disso e abraçou o projeto”, acrescenta.

Ele explica suas principais referências na música, que o ajudaram a formar sua identidade artística.

“Tenho a sorte de ter nascido num lugar que é rico de segmentos folclóricos e muitos ritmos regionais, como a guitarrada e o carimbó. Também tive meus pilares dentro de casa: ser filho de um sambista me ajudou muito. Por isso, cresci ouvindo samba das antigas. Após vir para o Rio, passei a ouvir mais instrumentais e artistas internacionais, mas minha origem continuou firme”, diz.

“Se for pra pontuar alguns em especial, tenho que ressaltar o Thiaguinho, meu compadre, pela sua alegria que também é meu jeito de estar no palco. A minha raiz, que é o Fundo de Quintal, Jorge Aragão, Arlindo Cruz, Sombrinha, Almir Guineto, Agepê, essa galera que me fez. E claro, também não posso deixar de destacar os cantores do Rio mesmo, especialmente da minha área, Zona Oeste, Bangu, Realengo. Desde que eu pisei nessa terra, tive que colher um pouquinho de cada um pra entrar no ritmo e agregar um pouco ao que tenho de musicalidade”, pontua o jovem músico, cujos shows trazem à tona cada uma dessas inspirações.

“Minhas apresentações também são assim, misturando diferentes instrumentais e arranjos, como jazz e pagode. Sempre fui fã de chorinho, por tocar cavaco e busco um pouco de cada referência que me cerca para que o show seja sempre bem completo”, finaliza.








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