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“Era vagabundo”, diz ex-policial sobre dançarino da Regina Casé que foi morto no Rio de Janeiro

De acordo com Miquéias Arcenio, o suspeito era “vagabundo”, o que quer dizer bandido na gíria policial

Por Analice Nicolau 26/10/2021 9h00
De acordo com Miquéias Arcenio, o suspeito era “vagabundo”, o que quer dizer bandido na gíria policial

Nesta segunda-feira, 25, foi ao ar um bate-papo entre Maurício Meirelles e o ex-policial militar, Miquéias Arcenio, no podcast Achismos. O profissional da segurança tirou dúvidas que o humorista tinha sobre o dia a dia de um policial no Rio de Janeiro, além de ter falado sobre a guerra de tráfico, a milícia na cidade e um caso envolvendo um dançarino do programa ‘Esquenta’.

No bate-papo descontraído, Miquéias contou que já trabalhou no Pavão Pavãozinho, comunidade chefiada pelo tráfico de drogas na zona sul do Rio de Janeiro. Na época, ele disse que soube do caso de Douglas Rafael da Silva Pereira, o DG, que foi morto na favela em abril de 2014. Em conversa com outros militares, todos diziam o mesmo sobre o rapaz, que é ex-dançarino da Regina Casé: ele era “vagabundo”, o que significa bandido na gíria dos policiais.

O caso de Douglas ganhou repercussão nacional na época da morte por conta da profissão dele, que trabalhava no programa ‘Esquenta’ ao lado de uma das apresentadoras mais queridas da televisão brasileira.

“Foi lá que morreu o dançarino da Regina Casé, não lembro o nome dele. Os policiais que trabalhei todos falaram que o cara era vagabundo. Isso acontece muito, o cara morre, você matou um estudante, porque você não conseguiu pegar a arma. No Rio acontece muito. Já em São Paulo o PCC assina a carteira do cara”, disse o policial.








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