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Década dos Oceanos pela ONU – Rodrigo Cebrian está produzindo série sobre mares

O diretor vai para Maldivas gravar as primeiras filmagens

Por Analice Nicolau 26/10/2021 12h00
O diretor vai para Maldivas gravar as primeiras filmagens

Nesta semana, o diretor e apresentador Rodrigo Cebrian divulgou que está com a viagem marcada para Maldivas em novembro. A ilha é um destino muito escolhido pelos famosos, mas ele pretende ir a trabalho. Rodrigo vai começar a filmar uma série sobre mares em detrimento da Década dos Oceanos criada pela Organização das Nações Unidas (ONU).

Em um momento em que a sociedade está saindo de uma pandemia, muito é se falado sobre como melhorar nossa vida na terra. A ONU lançou uma Agenda Sustentável com quase 170 metas que devem ser cumpridas. Uma delas é sobre a Década dos Oceanos, que visa conscientizar as pessoas sobre a importância dos oceanos e mobilizar empresas e a sociedade em ações que favoreçam a saúde e a sustentabilidade dos mares.

Para mostrar essa importância, a beleza dos oceanos e mostrar as metas relacionada aos mares propostas pela ONU, Rodrigo partirá para vários destinos para gravação de uma série. “Em breve eu vou fazer uma viagem para Maldivas para começar a rodar uma série. Eu já estou produzindo, mas esse é o primeiro destino de gravação, junto com o meu amigo Rodrigo Thome, que idealizou o filme ‘A Voz do Oceano’, um curta-metragem que ganhou vários prêmios”, disse o diretor.

De acordo com Rodrigo, ele e a equipe vão mapear, investigar, provocar e conectar as pessoas à pauta mais importante do nosso tempo, que ele diz ser mudar a relação da humanidade com os mares. “Somos 70% água. Falar em ecossistema, em ecologia, é obrigatoriamente falar em 2/3 relacionado aos mares. Toda a vida que existe é originária dos oceanos. A maior parte do ar que respiramos vem dos mares. O maior regulador climático também são os mares. A atmosfera terrestre depende totalmente de oceanos saudáveis”.

Mesmo com esses dados, o diretor afirma que nós não temos uma boa relação com os mares, o que ele pretende ajudar a mudar. “Nós temos uma relação curiosamente distante, temos pouquíssimas áreas de preservação marítima e existem questões de tratados internacionais de águas internacionais, águas que não pertencem a nenhum país. Temos uma relação distante e esquisita com alguns seres dos mares”, finalizou.








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