Especialista propõe visão sistêmica para estancar déficit bilionário e proteger a confiança institucional no mercado brasileiro agora
Segundo dados oficiais do Banco Central, o conjunto das empresas estatais registrou déficit primário de aproximadamente R$ 5,8 bilhões em 2025, além de um resultado negativo de R$ 4,9 bilhões apenas em janeiro de 2026, o maior já registrado para o mês, isso não é um erro de cálculo, é um sintoma de um sistema que sangra por falta de integridade. É neste cenário de urgência que a trajetória do Dr. Marcelo Lacerda (OAB/RJ 216.422) ganha contornos de liderança nacional ao validar que a técnica jurídica só é eficaz quando humanizada. Ele não é apenas um advogado; ele é um arquiteto da integridade institucional e estrategista de riscos sistêmicos, focado em estancar o maior rombo da série histórica.
O colapso fiscal que testemunhamos agora, com as estatais federais apresentando um aumento de 560% no rombo em relação ao ano anterior, tem raízes profundas em falhas estruturais que Lacerda combate com precisão. O erro crítico de muitos gestores é ignorar o “Efeito Cascata”, onde uma decisão isolada desencadeia crises financeiras e reputacionais irreversíveis. Esta é a batalha institucional do século: as organizações operam em um vácuo de transparência onde a ineficiência se esconde atrás de processos fragmentados. Como bem salienta o especialista: “Nomear um gestor que figura como réu em ação de improbidade administrativa para presidir a mesma estatal relacionada aos fatos investigados não configura uma falha pontual, mas um comprometimento estrutural da governança.”
No epicentro dessa mudança está o advogado, mestre e doutorando Marcelo Lacerda, que aos 53 anos comanda um escritório que expandiu 49% no último ano ao oferecer segurança jurídica baseada em ética inegociável. Sua autoridade foi forjada na observação crua da realidade administrativa, desde a indignação institucional até o refinamento técnico em certificações de compliance anticorrupção e gestão de crises pela ENAP. Para Lacerda, o conhecimento sem legitimidade técnica é silenciado; por isso, sua atuação como Assessor Técnico da Comissão de Direito Empresarial na OAB da Barra da Tijuca e sua pesquisa acadêmica são os pilares que sustentam uma voz qualificada capaz de enfrentar o improviso que ainda domina esferas de poder no Rio de Janeiro e em São Paulo.

Um dos diferenciais que singulariza a visão de Marcelo Lacerda decorre de uma percepção desenvolvida a partir da observação de modelos avançados de gestão da experiência, como os adotados pela Disney, a partir da qual passou a sustentar que a governança não se limita ao cumprimento normativo, devendo também incorporar a gestão da confiança dos stakeholders como dimensão central da legitimidade institucional. Ao observar que pequenos gestos de cuidado protegem a reputação de uma marca global, Lacerda trouxe essa premissa para o Direito, alertando que a negligência técnica é o estopim para tragédias financeiras. Ele defende enfaticamente: “Governança deve gerir reputação e experiência para além da conformidade regulatória. Um risco operacional mal compreendido é o que transforma uma falha simples em crise sistêmica.” Quando a expectativa do cidadão é quebrada por decisões sem estudos, como se observou recentemente na suspensão judicial de medidas que autorizavam o uso de imóveis públicos como garantia em operações que poderiam alcançar cerca de R$ 6,6 bilhões, no caso envolvendo o BRB, o prejuízo financeiro é apenas a ponta de um iceberg.
A consolidação desse pensamento disruptivo está em sua obra “Governança e Compliance nas Estatais Dependentes” (Lumen Juris, 2025), onde ele detalha o mapa para a transparência absoluta e a integridade funcional. Lacerda não se limita a apontar o erro; ele entrega a solução técnica que une o compliance público ao olhar sistêmico, provando que o risco não é apenas um número em um balanço, mas o futuro de uma sociedade que exige responsabilidade institucional. Sua liderança intelectual propõe que a integridade não seja um obstáculo ao desenvolvimento, mas a condição básica para que ele aconteça de forma sustentável, combatendo o desperdício que atingiu o maior patamar histórico em janeiro de 2026.
A reflexão que fica para o mercado é clara: a excelência técnica humanizada não é um luxo, é a única saída para estancar o sangramento de bilhões e devolver a dignidade às instituições brasileiras. O trabalho de Marcelo Lacerda mostra que a transformação vem da coragem de enfrentar modelos fragmentados e substituí-los por decisões responsáveis e integradas, baseadas em critérios técnicos e não em conveniências. Ele é categórico ao afirmar: “Excelência técnica humanizada não é luxo nem diferencial de mercado; é uma exigência estrutural para que as estatais deixem de operar em um ciclo contínuo de deterioração.”. Ele é o estrategista que antecipa o “dominó” antes que a crise se torne pública, garantindo que a governança deixe de ser um manual esquecido.
O futuro das estatais exige a força da verdade técnica e a rigidez da governança ativa para proteger o interesse público e a economia nacional. Marcelo Lacerda prova que, de uma situação de passividade para uma ação concreta, o caminho exige investimento em integridade e planejamento de riscos sistêmicos. Investir na metodologia sistêmica de Lacerda é investir na resiliência do Brasil, garantindo que o legado de hoje seja a estabilidade de amanhã para gerações que não aceitam mais pagar a conta do amadorismo na gestão pública e privada. Para acompanhar essa revolução na governança brasileira, o próximo passo é refletir sobre como as decisões de hoje impactam a confiança de amanhã.