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Banha de Porco em lata volta à mesa dos paulistas

Segundo endocrinologista, a banha, se consumida com moderação, é sim uma boa alternativa para a saúde.

Por Analice Nicolau 07/05/2021 5h44
Banha de Porco em lata volta à mesa dos paulistas Juscelino Velloso, sócio da marca CB Casas da Banha e sócio da Banha de Porco Pig Leve, comemorou a volta do produto. “A tradição da família Velloso foi sempre ligada ao comércio, a primeira loja do meu pai e tios foi de Banha

A banha de porco em lata está de volta às prateleiras dos mercados de São Paulo. A tradicional família Velloso, que durante décadas comandou o império Casas da Banha, que chegou a ter centenas de lojas espalhadas pelo Brasil, é a responsável por trazer a banha em lata para São Paulo.

Juscelino Velloso, sócio da marca CB Casas da Banha e sócio da Banha de Porco Pig Leve, comemorou a volta do produto. “A tradição da família Velloso foi sempre ligada ao comércio, a primeira loja do meu pai e tios foi de Banha. A Banha era a única, mais saudável e a mais gostosa forma de cozinhar e na verdade é até hoje. A Banha Pig Leve chega na mesa do consumidor resgatando tudo isso”.

A facilidade e qualidade da banha, permite que o consumidor não precise voltar o item a geladeira após aberta, tornando conceito do produto como cozinha inteligente. “O consumidor está procurando uma alimentação mais saudável, firmando o conceito de cozinha inteligente, onde nada é desperdiçado, tudo é o mais natural possível, ingerindo cada vez menos industrializados”, conta.

E para o futuro, a ideia é expandir com outros derivados de porco mantendo também uma produção limitada. De acordo com a Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), os brasileiros consumiram 424 mil toneladas de carne suína entre junho de 2017 e julho de 2018 e a carne de porco está presente em 75% dos lares brasileiros.

O endocrinologista, Dr. Barakat, publicou um artigo sobre a banha de porco. “A verdade é que apesar de a banha ser vista como uma grande vilã, ela pode sim fazer muito bem para a saúde desde que consumida da maneira certa e com moderação (…) por não ter sofrido processo de industrialização, ele não contém o grande número de compostos que são tóxicos a saúde, como radicais livres, que como sabemos, podem causar câncer se consumidos por muito tempo”.






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