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Teatro "Oficina Uzyna Uzona" abre temporada em Brasília

Arquivo Geral

22/04/2016 17h00

A peça Pra dar um fim no juízo de deus, da Associação Teatro Oficina Uzyna Uzona, está em cartaz na CAIXA Cultural até o dia 24 de abril, sempre às 20h. Dirigida por Zé Celso, a peça radiofônica de Antonin Artaud ganha vida com o Tyazo do Oficina e fica em cartaz até 24 de abril, sempre de quinta a domingo. Os ingressos custam R$ 10 a meia entrada e estão a venda na bilheteria do Teatro da CAIXA Cultural Brasília.

Um dos mais recentes sucessos da companhia de teatro – a montagem esteve em cartaz, em 2015, no próprio Teat(r)o Oficina, na capital paulista –, a peça que chega à Brasília foi encenada pela primeira vez no Brasil há 20 anos. Em 90 minutos de enorme intensidade poética, o francês Antonin Artaud (1896-1948), criador do que hoje se nomeia como “teatro da crueldade”, coloca em causa o Juízo Final, afirmando a vitória da carne sobre deus.

De volta à cidade depois de seis anos – o grupo apresentou o projeto Dionisíacas em viagem em 2010 –, a Associação Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona levanta vários questionamentos: o que é a consciência? O que é o infinito? O que é crueldade? Deus é um ser?

Em cena, isso vai sendo respondido por diversos Artauds, que ganham corpo na carne dos atores. Pascoal da Conceição é Artaud Marat; Marcelo Drummond é Artaud Monge Massieu; Camila Mota e Sylvia Prado são Artaud Beatrice Cenci; Zé Celso é Artaud Momo; e, Roderick Himeros é Artaud Heliogabalo Tutuguri. Junto a eles está o Coro de Artauds despedaçados, formado por Joana Medeiros, Nash Laila, Daniel Fagundes, Rodrigo Andreolli e Leon Oliveira.

Todos estão envoltos na polifonia sonora executada por Gustavo Lemos (som) com a banda formada por Carina Iglesias (percussão xamânica), Ito Alves (percussão xamânica) e Felipe Massumi (cello e canto). A direção e a dramaturgia contam com a escuta sensível da poeta Catherine Hirsch. A arquitetura cênica é assinada por Marília Gallmeister e Carila Matzembacher, e o cinema ao vivo tem Igor Marotti e Pedro Salim no comando. A montagem tem ainda direção de cena de Otto Barros, coreografia de Daniel Kairoz e produção executiva de Anderson Puchetti.

Serviço 

Data: até 24 de abril

Hora: quintas a sábados, às 20h; domingos, às 19h 

Local: Teatro da CAIXA Cultural (SBS Quadra 4 Lotes 3/4), Brasília/DF 

Ingressos: R$ 10 (meia entrada)  

Informações: (61) 9202-2144 

Classificação Indicativa 18 anos 

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    Teatro "Oficina Uzyna Uzona" abre temporada em Brasília

    Arquivo Geral

    11/04/2016 17h00

    A peça Pra dar um fim no juízo de deus, da Associação Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona, entra em cartaz na CAIXA Cultural nesta quinta(14), às 20h. Dirigida por Zé Celso, a peça radiofônica de Antonin Artaud ganha vida com o Tyazo do Oficina e fica em cartaz até 24 de abril, sempre de quinta a domingo. Os ingressos custam R$ 10 a meia entrada e estão a venda na bilheteria do Teatro da CAIXA Cultural Brasília.

    Um dos mais recentes sucessos da companhia de teatro – a montagem esteve em cartaz, em 2015, no próprio Teat(r)o Oficina, na capital paulista –, a peça que chega à Brasília foi encenada pela primeira vez no Brasil há 20 anos. Em 90 minutos de enorme intensidade poética, o francês Antonin Artaud (1896-1948), criador do que hoje se nomeia como “teatro da crueldade”, coloca em causa o Juízo Final, afirmando a vitória da carne sobre deus.

    De volta à cidade depois de seis anos – o grupo apresentou o projeto Dionisíacas em viagem em 2010 –, a Associação Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona levanta vários questionamentos: o que é a consciência? O que é o infinito? O que é crueldade? Deus é um ser?

    Em cena, isso vai sendo respondido por diversos Artauds, que ganham corpo na carne dos atores. Pascoal da Conceição é Artaud Marat; Marcelo Drummond é Artaud Monge Massieu; Camila Mota e Sylvia Prado são Artaud Beatrice Cenci; Zé Celso é Artaud Momo; e, Roderick Himeros é Artaud Heliogabalo Tutuguri. Junto a eles está o Coro de Artauds despedaçados, formado por Joana Medeiros, Nash Laila, Daniel Fagundes, Rodrigo Andreolli e Leon Oliveira.

    Todos estão envoltos na polifonia sonora executada por Gustavo Lemos (som) com a banda formada por Carina Iglesias (percussão xamânica), Ito Alves (percussão xamânica) e Felipe Massumi (cello e canto). A direção e a dramaturgia contam com a escuta sensível da poeta Catherine Hirsch. A arquitetura cênica é assinada por Marília Gallmeister e Carila Matzembacher, e o cinema ao vivo tem Igor Marotti e Pedro Salim no comando. A montagem tem ainda direção de cena de Otto Barros, coreografia de Daniel Kairoz e produção executiva de Anderson Puchetti.

    Serviço 

    Data:  14 a 24 de abril

    Hora: quintas a sábados, às 20h; domingos, às 19h 

    Local: Teatro da CAIXA Cultural (SBS Quadra 4 Lotes 3/4), Brasília/DF 

    Ingressos: R$ 10 (meia entrada)  

    Informações: (61) 9202-2144 

    Classificação Indicativa 18 anos 

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