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Teatro Oi Brasília apresenta "A Descoberta das Américas"

Arquivo Geral

14/02/2014 15h00

O Teatro Oi Brasília (Complexo Golden Tulip Brasília Alvorada, SHTN Trecho 1, vizinho ao Palácio da Alvorada) e o Ministério da Cultura dão prosseguimento ao Projeto EnCena. Após o grande sucesso, em janeiro, do espetáculo ADUBO ou a Sutil Arte de Escoar pelo Ralo, a segunda atração da temporada é o monólogo A Descoberta das Américas, com o ator carioca Júlio Adrião, em cartaz na próxima quinta-feira, 20 de fevereiro, às 21h.  Os ingressos, a R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia), estão à venda na bilheteria do teatro (de terça-feira a sábado, das 13h às 19h – mais informações: (61) 3424-7121), pelo site www.teatrooibrasilia.com.br ou na loja da Oi (Shopping Iguatemi). 

Os seis espetáculos teatrais do EnCena, que serão realizados até o mês de maio (ver calendário em seguida), têm patrocínio dos Correios, GRUPO BB E MAPFRE e BHG com apoio do Bar do Alemão e do Royal Tulip Hotel. 

 

Calendário Projeto EnCena

20 de fevereiro – A Descoberta das Américas (com Júlio Adrião-RJ)

22 de março – Cartas de Rodez (com a Cia Amok-RJ)

12 de abril – Eu vi o sol brilhar em toda a sua glória (direção: João Paulo Lorenzon-SP)

26 de abril – Alma de Peixe (Teatro para Bebês-DF)

17 de maio – A Arte de Dizer Palavrão (direção: Alexandre Ribondi-DF)

Obs: Seguem em anexo breve sinopse de todos os espetáculos e um release geral de A Descoberta das Américas

 

Serviço 

A Descoberta das Américas 

– pelo projeto EnCena

Dia: 20 de fevereiro (quinta-feira), às 21h

Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia)

Pontos de venda: 

. Bilheteria do Teatro Oi Brasília (terça a sábado, das 13h às 19h)

. Loja da Oi (shopping Iguatemi)

. Site www.teatrooibrasilia.com.br 

Mais informações: (61) 3424-7121 (bilheteria do teatro)

Classificação indicativa: 14 anos

Duração: 90 minutos

 

Sobre A Descoberta das Américas

Uma “pequena obra de ourivesaria”, segundo a crítica de teatro carioca Barbara Heliodora. Trata-se do espetáculo A Descoberta das Américas, que desde sua estreia, em 2005, no Rio de Janeiro, já percorreu 100 cidades no Brasil, 15 no exterior, fez 500 apresentações e teve público de quase 150 mil pessoas. O ator Júlio Adrião, dirigido por Alessandra Vannucci, é o responsável pelas longas palmas recebidas ao final de cada apresentação, como no Festival MITO, realizado em Oeiras (Portugal), onde durante 10 minutos foi ovacionado pela plateia. 

Logo quando estreou com o espetáculo, Júlio Adrião recebeu o Prêmio Shell de Melhor Ator e a peça foi eleita pelo jornal O Globo como uma das dez melhores do ano. De lá para cá, A Descoberta das Américas já esteve em inúmeros países e festivais. Em 2012, representou o Brasil em Londres, no CASA Latin American Theatre Festival e foi apresentado no FITO – Festival Internacional de Teatro de Ourense, na Espanha. Em Portugal, esteve na Mostra Luso Brasileira (em Coimbra), no Festival Internacional de Teatro de Expressão Ibérica (FITEI), além do já citado Festival MITO, e em outras cidades, como Lisboa, Porto, Bragança, Vila Nova de Gaia, Matozinho e Guarda. Na África, Julio Adrião participou do Mindelact, em Cabo Verde, e também esteve em Luanda, na Angola. Em 2013, foi a Santiago, no Chile, onde fez A Descoberta das Américas pela primeira vez em espanhol.

No Brasil, o espetáculo cumpriu, em 2010, o Projeto de Circulação, com patrocínio da BR Petrobras Distribuidora e do Governo Federal, através da Lei Rouanet, passando assim por Belém, Cuiabá, Maceió, Aracajú, Campina Grande (PB) e Mossoró (RN).

Em A Descoberta das Américas, Júlio Adrião é um “Zé ninguém” de nome Johan Padan. Rústico, esperto e carismático, escapa da fogueira da inquisição embarcando, em Sevilha, numa das caravelas de Cristóvão Colombo. No Novo Mundo, nosso herói sobrevive a naufrágios, testemunha massacres, é preso, escravizado e quase devorado pelos canibais. Com o tempo, aprende a língua dos nativos, cativa-os e safa-se fazendo “milagres” com alguma técnica e uma boa dose de sorte.  Venerado como filho do sol e da lua, catequiza e guia os nativos numa batalha de libertação contra os espanhóis invasores.

 

O que a crítica falou…

“Jamais em minha vida vi o clássico e o popular, o épico e o romântico em tão perfeita harmonia como nesse espetáculo” (Fausto Wolff, Jornal do Brasil, 5/2/2006)

“O trabalho de Júlio Adrião é de primeira ordem, uma obra de ourivesaria em detalhe que preserva a ilusão de improvisação, o fluxo da narrativa dando sempre a ideia de que foi falar de um detalhe que provocou a lembrança do seguinte” (Bárbara Heliodora, O Globo, 27/10/2005)

“Julio… Você é o ator mais despudorado, mais nu, mais liberto de qualquer convenção; dominando músculo, língua, voz, olhos, tudo de uma maneira que não esquecerei.” (Sergio Brito, ator)

 

Vídeos: http://www.youtube.com/watch?v=_q0yaI-iKq4

Fotos: http://www.flickr.com/photos/75766110@N03/sets/72157629517233873  

 

Ficha Técnica

Texto original: Dario Fo

Tradução e adaptação: Alessandra Vannucci e Julio Adrião

Direção: Alessandra Vannucci

Performance: Julio Adrião

Iluminação: Luiz André Alvim

Operação de Luz: Guiga Ensá

Figurino: Priscilla Duarte

Programação visual: Ruth Lima

Fotografias: Maria Elisa Franco

Produção: Thais Teixeira

Realização: Júlio Adrião Produções Artísticas e Em Cartaz Empreendimentos Culturais

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