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Teatro e Dança

Bailarina Ingrid Silva é destaque no New York Times sobre mulheres líderes no mundo

O reconhecimento internacional vem no momento em que a carioca se apresenta em sua última temporada no Dance Theatre of Harlem, após 18 anos na companhia

Redação Jornal de Brasília

06/03/2026 15h21

ingrid silva bailarina

Foto: Divulgação

LEONARDO VOLPATO
FOLHAPRESS

A bailarina brasileira Ingrid Silva, 38, é destaque de uma reportagem especial do New York Times sobre mulheres influentes que exercem liderança pelo mundo. Além dela, outras oito conversaram com a publicação, dentre elas uma chef de cozinha, uma defensora dos direitos das pessoas com deficiência e uma executiva de tecnologia.

A reportagem faz uma única pergunta a cada uma e aborda o tipo de liderança exercido por elas. Ingrid é nascida e criada no Rio de Janeiro, bailarina principal da companhia de dança norte-americana Dance Theatre of Harlem e cofundadora da Blacks in Ballet, uma organização que apoia e promove bailarinos negros em todo o mundo.

À publicação, a brasileira falou sobre o tema. “Para mim, liderança significa recusar-me a escolher entre excelência e equidade. Significa acreditar que o balé pode honrar sua história e, ao mesmo tempo, evoluir para refletir o mundo em que vivemos.”

O reconhecimento internacional vem no momento em que a carioca se apresenta em sua última temporada no Dance Theatre of Harlem, após 18 anos na companhia. Agora, ela expande sua atuação como artista independente e coreógrafa, com foco em projetos autorais.

Ingrid começou no balé ainda criança, em aulas de um projeto social no subúrbio do Rio de Janeiro.

Desde então, nunca abandonou os palcos e alcançou posições de destaque até chegar ao Dance Theatre of Harlem. Foi na companhia que integra hoje que ela percebeu a importância de ter trajes de dança da cor da pele.

Sua carreira sempre foi marcada pela luta por representatividade na dança clássica, e as sapatilhas são um símbolo importante da sua trajetória -contada nos livros “A Sapatilha que Mudou Meu Mundo” (Globolivros) e na obra infantil “A Bailarina que Pintava Suas Sapatilhas” (Globinho). Durante anos, ela pintava as sapatilhas cor-de-rosa para que ficassem na tonalidade certa.

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