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Viva

Sertanejo usa boatos em redes sociais a seu favor

Arquivo Geral

23/01/2016 7h00

Raquel Martins Ribeiro

raquel.martins@jornaldebrasilia.com.br

O jovem cantor Rodrigo Marim sabe bem o que é transformar um limão em uma limonada, como manda o dito popular. Após ser acusado de sequestrar  mulheres em um post nas redes sociais, em novembro de 2014, o paulistano transformou o que poderia ser um marketing negativo no tema do EP que acaba de lançar pela Universal Music.

“Uma pessoa publicou no Facebook uma foto minha, falando para as pessoas tomarem cuidado com o rapaz da imagem. Dizia que eu sequestrava e fazia coisas horríveis com mulheres”, lembra o cantor. Em vez de críticas, o sertanejo recebeu o apoio de fãs que, em tom de zombaria, pediam para ser sequestradas pelo artista. “Fiquei chocado no primeiro momento. Não acreditava no que estava acontecendo. Mas vi o assédio das fãs e comecei a respondê-las com vídeos, fotos e músicas”, completa.

De lá para cá, o sertanejo passou a ser conhecido como “O Sequestrador”, nome que deu ao EP e à música de trabalho que encabeça o novo trabalho. No setlist, que Rodrigo classifica como “sertanejo romântico safado”, canções como Arrependida, Foi Ficando Sério, Doidona na Pista, Se Vier de Graça é Caro e Estilo Bang-Bang. “As músicas têm influências de cantores românticos como Roberto Carlos e Enrique Iglesias”, ressalta Marim, que diz se espelhar também no ídolo do rock Elvis Presley.

Com uma média de 12 shows por mês, o cantor se prepara para gravar um videoclipe, produzido pelo empresário e produtor musical Ivan Miyazato – que já trabalhou com nomes como Munhoz & Mariano, Luan Santana e Maria Cecília & Rodolfo e João Neto & Frederico.

“A repercussão (da fofoca) mudou a minha vida, estou muito feliz com tudo isso”, conclui.

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