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“O samba agoniza, mas não morre”, diz presidente da ARUC às vésperas dos 65 anos da escola; veja vídeo

Segundo o presidente da agremiação, Robson Silva, as escolas de samba não têm sido tratadas como prioridade pelas administrações locais

Agência UniCeub

30/09/2026 10h03

tradicional agremiação do carnaval brasiliense aruc no df foto joel rodrigues agência brasília (5)

Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília

Por José Brasil e Eloá Martins, Agência de Notícias CEUB

No próximo dia 21 de outubro, a Associação Recreativa Cultural Unidos do Cruzeiro celebra o seu 65º aniversário. Para celebrar a data, será realizada a feijoada da ARUC, uma tradição popular da organização.

Segundo o presidente da agremiação, Robson Silva, as escolas de samba não têm sido tratadas como prioridade pelas administrações locais.

Confira abaixo a entrevista

O desfile, que estava programado mais cedo no ano para comemorar o aniversário de Brasília, teve sua verba bloqueada pela atual governadora Celina Leão. Porém, com os figurinos e preparativos já prontos, Robson vê a realização do desfile de 30 de agosto como uma vitória.

A escola é um marco em desfiles de escolas de samba do Distrito Federal desde a década de 1960. Até hoje, já conquistou 31 títulos, se tornando recordista e estabelecendo o seu legado no mundo do samba e como figura cultural no DF.

Robson Oliveira Silva foi reeleito à presidência da escola em abril, e agora cumpre o seu segundo mandato como presidente da ARUC.

Dentre projetos de extensão, como a construção da Arena ARUC de Esportes e Cultura, a Academia Smart Fit e o Ginásio de Esportes da ARUC, Robson destaca, acima de tudo, o papel da associação como uma formadora de pessoas: “A cultura é investimento no cidadão”

Supervisão de Luiz Claudio Ferreira

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