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Viva

Noite sem problemas técnicos

Arquivo Geral

21/09/2013 10h20

A segunda noite da Mostra Competitiva do Festival de Brasília correu sem problemas técnicos. Uma pequena falha do som prejudicou um filme da sessão de documentários, mas nada que cancelasse a projeção. Já nas categorias de ficção e animação, tudo correu bem.

 

Mesmo assim, os cineastas continuavam com receio. “Tudo o que a gente quer é que o filme vá do início ao final”, disse Claudio Marques, que divide a direção do longa Depois da Chuva com Marília Hughes. Ele aproveitou a apresentação no palco e foi solidário com Rosemberg Cariry, cujo filme, Os Pobres Diabos, foi cancelado, na primeira noite do evento.

 

Exibido em sessão especial no Festival de Cannes e em Buenos Aires, Depois da Chuva promete  uma ótima história nos primeiros minutos de filme, ao nos apresentar um estudante metido a anarquista que luta para manter vivo seus ideais (ou a falta deles) durante a época do Diretas Já!, em 1984.

 

Entretanto, a decepção não custa em chegar. Com um roteiro arrastado e trilha sonora pra lá de over, o longa é formado por histórias que não conversam entre si. Destaque para as cenas documentais e a interessante atuação de Pedro Maia, que estreia no cinema como o protagonista Caio.

 

Curtas

 

A plateia a favor da animação brasiliense RYB marcou presença na noite e aplaudiu o filme de um sapo que acaba criando vários clones encrenqueiros num laboratório. A boa qualidade técnica da produção entrou em contraste com o roteiro, que não despertou humor ou nenhum outro sentimento.

 

Lição de Esqui, segundo concorrente na categoria curta-metragem de ficção, é um bem-humorado conto sobre dois amigos que querem ganhar dinheiro com um golpe arriscado. Dirigido por Leonardo Mouramateus e Samuel Brasileiro, o filme despretensioso arrancou gargalhadas do público do festival.

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