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Música

Eleição virtual define representantes do Comitê do Hip Hop no DF

Secretaria de Cultura publica resultado definitivo da votação para mandato de três anos.

Redação Jornal de Brasília

21/01/2026 12h40

12.12. hip hop. foto divulgação secec df

| Foto: Divulgação/Secec-DF

A Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF) publicou, no Diário Oficial do DF (DODF) desta quarta-feira (21), o resultado definitivo da eleição que escolheu os representantes da sociedade civil para o Comitê Permanente do Hip Hop (CPH2). O processo, realizado de forma virtual, definiu titulares e suplentes para um mandato de três anos, consolidando um novo ciclo de participação social na formulação de políticas públicas para o hip-hop no DF.

A votação foi conduzida por meio de formulário eletrônico, com voto secreto, individual e facultativo. Apenas eleitores previamente habilitados — agentes culturais com atuação comprovada no hip-hop no Distrito Federal e na Região Integrada de Desenvolvimento do DF e Entorno (Ride) — puderam participar. Cada eleitor votou uma única vez, com controle de unicidade e garantia de sigilo absoluto. Votos duplicados ou de eleitores não habilitados foram desconsiderados, conforme as regras do edital.

Para o secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Claudio Abrantes, a conclusão do processo reforça o compromisso do Governo do Distrito Federal (GDF) com a escuta ativa e a valorização da cultura urbana. “O hip-hop é uma potência cultural, social e econômica do Distrito Federal. Eleger representantes legítimos, a partir de um processo transparente e participativo, significa reconhecer quem constrói essa cultura todos os dias e abrir espaço real para o diálogo na definição das políticas públicas”, afirmou o secretário.

O Comitê Permanente do Hip Hop é um espaço institucional de participação social que reúne representantes do poder público e da sociedade civil para debater, propor e acompanhar ações voltadas ao fortalecimento do movimento no DF. Com o resultado definitivo homologado, os eleitos passam a integrar o colegiado, contribuindo diretamente para a construção de políticas culturais mais inclusivas, diversas e conectadas com a realidade dos territórios culturais do Distrito Federal.

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