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Viva

Música para todos em todas as línguas

Arquivo Geral

03/11/2013 8h00

Cantar em inglês no Brasil é algo que, para uma parte do público, incomoda. Para algumas pessoas, as bandas que fazem isso não valorizam a cultura do País. Para outras, é apenas puxar o saco dos gringos. Mas, para a Optical Faze, banda de heavy metal moderno com passagens pelo industrial, é a maneira mais eficaz de alcançar seu público, principalmente no estilo tocado pelos rapazes.

 

Segundo Pedro Gabriel, o tecladista da banda, o idioma escolhido para as músicas é uma tentativa de atingir o maior número de pessoas possíveis. “Acontece que o nosso estilo não é popular no Brasil. E, quando feito em inglês, cresce de uma maneira exponencial. Se a música é em inglês, ultrapassa as fronteiras do Brasil e atinge toda a população metaleira do mundo”, justifica Pedro.

 

 

Temática

 

As letras falam dos conflitos da vida. Tratam dos sentimentos mais mesquinhos e mais escondidos da mente humana e, outras vezes, de batalha e superação. O último álbum da banda, o The Pendulum Burns, foi a realização de um sonho dos integrantes.

 

O CD foi gravado em Los Angeles junto com o produtor musical Rhys Fulber, da banda Fear Factory, que sempre influenciou o som do Optical. “Passamos 40 dias em Los Angeles gravando e aprendendo muito. O resultado é o nosso melhor disco, com nossas melhores músicas”, diz Gabriel, orgulhoso.

 

A produção do disco foi independente, paga inteiramente pela banda. Para ajudar na divulgação do álbum, o Optical Faze gravou videoclipes de três músicas do novo trabalho. Os vídeos estão disponíveis no canal oficial da banda no YouTube .


Insatisfação e protestos  em português

 

Apesar da influência de bandas estrangeiras como Ramones, Sex Pistols, The Clash e Dead Kennedys, a banda Os Maltrapilhos segue há 19 anos espalhando o punk rock em português pelo Distrito Federal.  “A gente prefere cantar em português para que a mensagem chegue mais clara possível ao público, mas, em alguns shows, arriscamos covers de algumas bandas que gostamos”, conta Márcio Picka, vocalista.

 

Os Maltrapilhos – formado também por Rodrigo Queiroz, na guitarra; Cléberson Rodrigues, na bateria; e Ismael Braz, no baixo; tem três discos gravados e canta temas tão atuais. “Nossas letras falam da polícia mal preparada, da falta de saneamento básico, do hospital que não tem estrutura, e da educação que não é valorizada, por exemplo”, explica Picka. 

 

A reportagem completa está disponível na edição digital do JBr deste domingo.

Acesse www.jornaldebrasilia.com.br/edicaodigital .

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