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Exposições

Programa Museu é o Mundo 2.0 atende 8,8 mil pessoas no DF

Projeto apoiado pelo FAC-DF promove inclusão cultural e acessibilidade no Museu Nacional da República entre 2025 e 2026.

Redação Jornal de Brasília

27/03/2026 12h40

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As atividades do projeto Museu é o Mundo 2.0 contemplaram públicos da educação infantil ao ensino superior | Fotos: Divulgação/Secec-DF

Entre abril de 2025 e março de 2026, o projeto Museu é o Mundo 2.0 atendeu cerca de 8,8 mil pessoas em ações de mediação cultural no Museu Nacional da República, consolidando-se como uma iniciativa de formação de público e ampliação do acesso à arte no Distrito Federal. A ação conta com apoio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF), que destinou R$ 287,1 mil por meio do Edital nº 33/2024. Após um ano de atividades, o programa encerra seu ciclo no próximo dia 31.

Do total de participantes, 1.732 integraram visitas agendadas, incluindo estudantes de escolas públicas, privadas e instituições diversas. Outros 7.068 visitantes foram atendidos como público espontâneo. Ao longo do período, o programa realizou cerca de 80 mediações em grupo, envolvendo 32 instituições.

O alcance territorial do projeto incluiu diversas regiões administrativas do DF, como São Sebastião, Plano Piloto, Guará, Samambaia, Ceilândia e Vicente Pires, além de visitantes de estados como Goiás, Minas Gerais, Rio Grande do Norte, São Paulo e Espírito Santo.

As atividades contemplaram públicos da educação infantil ao ensino superior, com participação de pessoas com deficiência, como Transtorno do Espectro Autista (TEA), deficiência auditiva, intelectual, física e Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), reforçando o compromisso do projeto com a acessibilidade e a inclusão.

Além das ações presenciais, o projeto desenvolveu a iniciativa Museu Vai à Escola, que levou oficinas educativas a cinco unidades de ensino, atendendo diretamente 194 estudantes. No ambiente digital, a plataforma do Museu Educativo registrou 16 mil novos acessos em 12 meses, oferecendo conteúdos interativos, materiais pedagógicos e recursos de acessibilidade, como audiodescrição e ferramentas voltadas a pessoas surdas e com deficiência visual.

Com formato híbrido, o Museu é o Mundo 2.0 articula mediação presencial e virtual para aproximar o público do patrimônio material e imaterial, atualizando o papel dos museus como espaços educativos, inclusivos e descentralizados.

“Projetos como o Museu é o Mundo 2.0 mostram que é possível integrar tecnologia, educação e cultura para levar o museu a mais pessoas, promovendo inclusão e fortalecendo o acesso ao conhecimento em todo o Distrito Federal”, afirmou o secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Claudio Abrantes.

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