O maior circuito de festas juninas da história do Distrito Federal começou com muita animação e participação popular. Entre os dias 4 e 6 de julho, a primeira etapa do Distrito Junino 2025 tomou conta das regiões administrativas do Riacho Fundo II e Brazlândia, reunindo centenas de pessoas em celebrações marcadas pelo orgulho, tradição e força da cultura popular.
O projeto é uma iniciativa do Governo do Distrito Federal, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF), em parceria com o Instituto Orgulho de Ser Nordestino, e promete levar mais de 260 apresentações gratuitas às regiões administrativas até o fim de agosto, com encerramento na Esplanada dos Ministérios.
Para o secretário de Cultura, Claudio Abrantes, o evento representa muito mais do que entretenimento. “O Distrito Junino é a cultura do nosso povo pulsando nas ruas, nos palcos e nos corações. Ao transformar a tradição em política pública, estamos reafirmando que a cultura popular é um instrumento poderoso de pertencimento, desenvolvimento local e dignidade para quem faz arte no DF”, afirmou.
Festa e tradição no Riacho Fundo II
No Riacho Fundo II, a programação começou na sexta-feira (4), com show do Trio Balançando e apresentações das quadrilhas Papa Chico, Aparecida e Pão com Ovo. No sábado (5), se apresentaram Quebra Quebra, Semear, Por Que Isso Acontece, Sol do Cerrado, Arrasta Pé, Arraiá Chapéu de Palha e Chamego Bom, com intervalos animados pelo Trio Três Candangos e Banda Lucélia.
O encerramento, no domingo (6), foi marcado pelas quadrilhas Filhos do Sol, Chapéu de Palha Gama, Busca Pé, Tradição Caipira, Êta Peleja, Santo Afonso e Pau Melado, além da apresentação final do Trio Kalunga.
Segundo a coordenadora geral do evento, Janaína Karlen, o clima foi de celebração e envolvimento comunitário. “Foi um clima muito familiar e festivo. As quadrilhas deram um verdadeiro show de beleza e animação”, destacou.
Tradição pulsante em Brazlândia
Em Brazlândia, o espírito junino esteve presente em todos os momentos. A praça central ficou tomada por famílias, moradores e visitantes. A abertura, na sexta (4), teve apresentações do Trio Sotaque da Raiz e das quadrilhas Aconxego, Oxente Vixe, Num Só Piscar, Filhos do Sertão, Bambolea e Arcanjo do Cerrado.
No sábado (5), o público acompanhou Raiz de Mandacaru, Flor do Mamulengo, Trio Moinho D’Água, Aquarela Nordestina, Pula Fogueira e Vira e Mexe, com os intervalos comandados pelo grupo Estrela de Fogo.
A festa terminou em grande estilo no domingo (6), com as quadrilhas Elite do Cerrado, Êta Lasquera, Busca Fé, Tricou Queimou, Si Bobia a Gente Pimba, Sabugo de Milho, Sanfona Lascada e Segue o Fogo, ao som do Trio Bate Coração.
Próxima etapa: Santa Maria e Planaltina
O circuito segue agora para Santa Maria e Planaltina, onde ocorrem novas apresentações dos grupos A e B nos dias 11, 12 e 13 de julho. A programação completa é divulgada nas redes sociais do evento, no perfil oficial @distritojunino2025.
Com apresentações vibrantes e participação ativa da comunidade, o Distrito Junino 2025 reforça o papel da cultura popular como elo de identidade e celebração coletiva no DF.
Com informações da Secec-DF