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Viva

Entrando para a história

Arquivo Geral

30/08/2013 8h00

A nova comédia nacional Se Puder… Dirija!, que estreia hoje nas telonas, é daquelas que fazem “chorar de tanto rir”. Dirigido por Paulo Fontenelle, que também assina o roteiro, o longa é vendido como o primeiro filme com atores rodado em 3D no Brasil.

 

Na história, João, vivido pelo sempre hilário Luiz Fernando Guimarães, é manobrista de um estacionamento e faz de tudo para impressionar Quinho, seu filho de 4 anos. O pai atrapalhado acaba pegando “emprestado” o carro de uma cliente. Mas o que era para ser só uma voltinha se torna uma grande aventura. Durante o longa, pai e filho, são assaltados, quase têm o carro guinchado e multado, além de atropelarem um ciclista (Reynaldo Gianecchini). Como se não bastasse, João precisa devolver o automóvel antes que sua dona perceba a ausência do veículo.

 

No elenco, ainda estão Leandro Hassum, Lavínia Vlasak, Bárbara Paz, Tonico Pereira, Eri Johnson e o pequeno Gabriel Palhares, que interpreta o divertido Quinho.

 

Boa química


Esta é a primeira vez que Luiz Fernando e Hassum atuam juntos. Os dois comediantes rendem os melhores momentos do longa. Apesar do roteiro bem explorado, Se Puder… Dirija! é uma grande decepção no quesito 3D, com exceção de uma outra cena, em que policiais derrubam comida em direção à câmera. Apesar disso, o filme se garante quando o assunto é fazer rir sem compromisso.

 

Orçamento justificado e próximo filme

 

Segundo os produtores do longa, o 3D encareceu em 30% o orçamento de Se Puder… Dirija!. Mas eles ressaltam que a soma ficou dentro do padrão brasileiro, não no de Hollywood. Antes de Se Puder…, o cinema nacional tinha produzido apenas um filme em 3D, o desenho Brasil Animado(2011). A próxima produção nesses moldes, Amazônia, está prevista para estrear em 13 de dezembro. O longa — uma coprodução entre França e Brasil— tem como “protagonista” um macaco prego criado em cativeiro que se vê solto na Floresta Amazônica após um acidente.

 
 
QUATRO PERGUNTAS PARA O DIRETOR PAULO FONTENELLE
 
 
Os seus últimos filmes foram documentários com temática séria, como a Guerra de Canudos e a ditadura. Como é estrear na comédia?

Eu sempre gostei do bom cinema, independente do gênero.
 
E a ideia para o roteiro? Nasceu como?

A ideia do Se Puder … Dirija! veio porque eu deixava o meu carro sempre no mesmo estacionamento, e nunca olhava a quilometragem. O manobrista sabia os meus horários, sabia que horas eu chegava e saia. Então, comecei a pensar em como seria a vida dele com a família, a mulher, os filhos.
 
Se Puder… Dirija! é o primeiro filme brasileiro em 3D. Qual foi a diferença nas filmagens?

A diferença é que o uso da tecnologia impõe algumas coisas. Tive de me especializar, entender bem como funciona. O 2D tem mais liberdade de movimentação de câmera. Então, precisei adaptar todo o roteiro do filme para 3D quando percebi que valeria a pena.
 
O que esperar de Se Puder… Dirija!?
 
O que eu acho mais legal no filme é que é ele não tem um público-alvo. É feito na base do filme família e garanto que vai ficar na cabeça de muita gente.
 

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