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Confira as principais estreias do cinema e divirta-se

Por Arquivo Geral 13/07/2017 6h30
NEXT-GEN TAKES THE LEAD — Jackson Storm (voice of Armie Hammer), a frontrunner in the next generation of racers, posts speeds that even Lightning McQueen (voice of Owen Wilson) hasn’t seen. “Cars 3” is in theaters June 16, 2017. ©2016 Disney•Pixar. All Rights Reserved.

MARINA GALEANO
Especial para o Jornal de Brasília

Seis anos depois, Relâmpago McQueen está de volta aos cinemas para se redimir do fiasco de Carros 2 (2011). O segundo filme da franquia foi sofrível. Overdose de ação, um amontoado de personagens, tramas banais que se embolavam. Exceto pelo capricho técnico característico das animações da Pixar, nada se salvava ali. Mas agora a história é outra. Aliás, agora, existe uma boa história.

Ameaçado por uma nova geração de corredores, McQueen se vê mergulhado numa crise existencial sem precedentes em Carros 3.
O astro da Copa Pistão já não é imbatível. A bola da vez tem nome e sobrenome: o potente Jackson Storm, novato hi-tech que faz qualquer adversário comer poeira.

E qual caminho seguir diante de um cenário tão adverso? Pendurar as calotas e se contentar com as lembranças de um passado vitorioso ou provar para o mundo – e para si mesmo – que é possível competir com os avanços da tecnologia?

No melhor estilo Rocky Balboa, o herói vermelho de quatro rodas não joga a toalha. Pelo contrário. Treina como nunca e revisita os ensinamentos de seu mentor e ex-técnico Doc Hudson, a eterna lenda das pistas.

Nessa jornada de autoconhecimento, McQueen conta também com o incentivo do fiel e sempre engraçado amigo Mate e com a ajuda questionável da jovem treinadora Cruz Ramirez.

Emoldurado por uma estética ainda mais apurada e cenários quase reais, Carros 3 aposta numa narrativa madura, que consegue equilibrar humor, ação e emoção. É possível se comover com o drama de um Relâmpago à beira da aposentadoria.

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Uma proposta bastante semelhante à de filmes sobre ídolos do esporte em final de carreira. Porém, a diferença – e o maior acerto – é que o roteiro da animação escolhe um desfecho menos óbvio. Foge do clichê que impregna uma boa parte das histórias do gênero.

Embora não alcance o patamar dos grandes sucessos da Pixar, como Toy Story e Procurando Nemo, a terceira sequência de Carros fica muitas voltas à frente das anteriores. McQueen, de fato, faz as pazes com o público.

A dúvida é se, tal qual na ficção, ele vai saber a hora certa de parar – o que parece improvável. Considerando que os dois primeiros filmes da franquia arrecadaram US$ 1 bilhão no mundo inteiro, não será surpresa alguma se Relâmpago McQueen resolver dar as caras pela quarta vez.

Da telinha para a telona

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André Pellenz dirigiu o primeiro Minha Mãe É Uma Peça, com Paulo Gustavo, que é o fenômeno que todo mundo sabe. Mesmo assim, Pellenz não foi o típico yes-man, como dizem os norte-americanos. Casado com uma psiquiatra, ele tem uma atração especial pelo tema da família, e é sobre isso que trata o filme com Paulo Gustavo. A família não deixa de estar no centro de Detetives do Prédio Azul. Exibida pelo canal de televisão Gloob, escrita por Flávia Lins e Silva, a série é protagonizada por Pedro Henriques Motta, Anderson Lima e Letícia Braga, e o trio está no filme.

Na trama, Pippo, Sol e Bento, o trio de protagonistas, enfrenta o maior desafio de suas vidas, que é justamente salvar o Prédio Azul da destruição. Toda a confusão começa quando os três se infiltram na festa de Dona Leocádia, a síndica terrível, e testemunham um crime mágico que poderá levar à implosão do prédio.

Dona Leocádia é Tamara Taxman e a vó Berta continua no quadro – interpretada pela grande Suely Franco. Mariana Ximenes faz a bruxa Bibi da Capa Preta.

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