O Teatro Oi Brasília (Hotel Royal Tulip Brasília Alvorada, SHTN Trecho 1, vizinho ao Palácio da Alvorada) receberá no dia 13 de setembro (sexta-feira), às 21h, a cantora, compositora e violonista paulista Badi Assad. Os ingressos, a R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia), estão à venda na bilheteria do teatro (de terça-feira a sábado, das 13h às 19h – mais informações: (61) 3424-7121), pelo site www.teatrooibrasilia.com.br ou na loja da Oi (Shopping Iguatemi). O show conta com o apoio do Hotel Royal Tulip Brasília Alvorada.
Badi Assad apresentará em Brasília o show Amor e outras manias crônicas, título de seu 11º álbum, lançado em 2012. Nos palcos, ela se revela uma das artistas mais completas e virtuoses do momento ao cantar, tocar violão, dançar e transformar seu próprio corpo numa percussão.
Sobre Badi Assad
Mariângela Assad Simão, 47 anos, nasceu na cidade de São João da Boa Vista (SP), mudando-se em seguida para o Rio de Janeiro, onde ficou até os 12 anos. Seus irmãos Sérgio e Odair formaram nos anos 1980 o Duo Assad, que ganhou reconhecimento e popularidade mundial, inspirando Badi Assad a seguir a carreira musical. Ela tocava piano e, aos 14 anos, passou a trabalhar também com o violão. Um ano depois, já dominava o instrumento e subia aos palcos participando e ganhando concursos nacionais e internacionais.
Foi estudar música na Universidade do Rio de Janeiro (Uni-Rio) e, em 1989, gravou o primeiro álbum, Dança dos Tons, lançado somente no Brasil na época (em 2003, esse disco foi relançado internacionalmente com quatro faixas bônus e rebatizado de Dança das Ondas). Em seguida, Badi iniciou experimentações vocais, produzindo sons de percussão com a boca, que foram acrescentados à sua música. Em pouco tempo, ela já aparecia ao lado de grandes músicos como George Benson, Mariza, Bob McFerrin, Hermeto Pascoal, Naná Vasconcelo, Dave Grusin e Toquinho, entre outros.
No entanto, foi somente em 1993, quando Badi assinou contrato com o selo Chesky Records, que ela ganhou o cenário internacional. No ano seguinte, lançou Solo, seu álbum de estreia no selo, que foi lançado nos Estados Unidos, seguido por Rhythms (1995) e Echoes of Brazil (1997). A cada lançamento, seu prestígio internacional aumentava. Em 1994, a revista norte-americana Guitar Player a escolheu entre os 100 melhores artistas do mundo. Em 1996 foi a vez da revista Classical Guitar considerá-la, junto com Charlie Hunter, Ben Harper e Tom Morello (do Rage Against The Machine), um dos 10 jovens talentos que mais revolucionariam o uso das guitarras nos anos 1990. Badi também foi listada pela revista Rolling Stone no ranking dos 70 mestres, violonistas e guitarristas brasileiros de toda a história, sendo a única artista feminina de sua geração.
Com 11 CDs lançados pelo mundo, Badi Assad já se apresentou em alguns dos mais prestigiados festivais internacionais como Montreal Jazz Festival e North Sea Jazz Festival e em teatros como L’Opera de Paris (França), Metropolitan Museum (Nova York) e Palais de Beaux- Art (Bélgica). E representou o Brasil nos aclamados FarmAid e Lilith Fair, ambos nos Estados Unidos. Sua música Waves fez parte da trilha sonora do filme com It runs in the family (Acontece nas melhores famílias), de 1994, estrelado por Michael Douglas e Kirk Douglas.
Em 2010, para comemorar os primeiros 20 anos de carreira, Badi lançou um DVD ao vivo. No mesmo ano foi protagonista da ópera contemporânea Ópera das pedras, dirigida por Denise Milan e pelo norte-americano Lee Breuer. No ano passado lançou o 11º trabalho, Amor e outras manias crônicas, com o qual foi escolhida pela APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) como a melhor compositora de 2012.
No novo disco, Badi Assad revirou seu baú de letras guardadas em um momento especial entre a maternidade e sua nova moradia fora da cidade grande. As composições trazem letras intensas, cotidianas ou existenciais; transbordam vida, arte, amor e outras manias – verdadeiras crônicas e desabafos engavetados. Todas as canções são de sua autoria, exceto Saudade Verdade Sorte, que tem letra de Pedro Luís.
Mais informações: