Na busca pelo hexa: confira o histórico de Tite no comando da Amarelinha
O trabalho de Tite na Seleção Brasileira começou em meados de 2016. Na época, o treinador foi cotado como o grande “salvador da pátria”, mas seu desempenho no comando da Amarelinha divide opiniões.
Essa é a segunda Copa do Mundo que Adenor Leonardo Bacchi (nome verdadeiro do técnico) trabalha liderando a equipe brasileira. Em 2018, a Seleção foi eliminada pela Bélgica nas quartas de final.
Nesta edição, as expectativas estão altas! Além de acompanhar e torcer pelo hexacampeonato, você pode apostar na seleção de Tite e acompanhar de perto todas as projeções e possibilidades desta Copa.
Números de Tite na Seleção Brasileira
Antes da Copa do Mundo de 2018:
- Em 21 jogos, a Seleção Brasileira venceu 17 partidas, empatou 3 e perdeu 1;
- Marcou 47 gols (com uma média de 2,23 por jogo) e sofreu 5 gols (0,23 por jogo);
- Totalizando 85,71% de aproveitamento.
Depois da Copa do Mundo de 2018:
- Em 55 jogos, o Brasil venceu 40 partidas, empatou 11 e perdeu 4;
- Marcou 119 gols (com uma média de 2,16 por jogo) e sofreu 22 (0,44 por jogo);
- Totalizando 79,39% de aproveitamento.
Números gerais:
- Já em números gerais, a Seleção de Tite alcançou a marca de 57 vitórias, 14 empates e 5 derrotas, nos 76 jogos disputados;
- O que mais impressiona no Brasil é o seu ataque ofensivo que conquistou 116 gols (2,18 por jogo);
- No total, a Seleção sofreu 27 gols (0,35 por jogo);
- Chegando ao feito de 81,14% de aproveitamento no acompanhamento total.
Retrospecto geral
Você deve estar se perguntando: se os números de Tite na Seleção são positivos, por que o seu trabalho ainda gera questionamentos?
Ao analisar todo o contexto, é possível perceber que as poucas derrotas do Brasil respingam na história como uma frustração, é o caso da final da Copa América de 2021, em que o Brasil perdeu o título para Argentina.
Ser eliminado nas quartas de final para Bélgica – uma seleção considerada “sem tradição” – na 21ª edição da Copa do Mundo também gerou diversas queixas e indagações ao técnico e seu elenco.
O presente
Entretanto, ao que tudo indica, Tite superou as fases de maiores contestações. A prova disso é a sua convocação para a Copa do Mundo de 2022, em que a única queixa dos torcedores e especialistas foi a convocação de Daniel Alves.
Quem acompanhou os últimos jogos do Brasil, antes da Copa, pode perceber apresentações mais criativas, velozes e satisfatórias. Apesar do apelido de “retranqueiro” dado ao técnico, é inegável a forte presença do ataque nas partidas.
Com o passar do tempo, em suas vitórias e derrotas, o trabalho de Tite na Seleção foi sendo construído e consolidado, passou por transformações e está focado no desempenho coletivo, sem espaço para “dependências”.
Para a Copa, o otimismo é predominante, 71% dos brasileiros acreditam que a seleção tem chance de ganhar a Copa do Mundo. Se você faz parte desse número, não deixe de apostar nos jogos do Brasil com a Betfair.
Nesta edição, Tite possui um elenco quase todo renovado. O técnico optou por mesclar jogadores experientes como Thiago Silva, Daniel Alves e Casemiro com os novos talentos: Rodrygo, Vini Jr, Richarlison e outros.
Cabe destacar também o consistente sistema defensivo fechado com Militão, Thiago Silva e Marquinhos. Além de ótimas opções para o meio-campo, como Paquetá, Everton Ribeiro e Fred.
O time conta com veteranos do futebol europeu, que jogam em alto nível. Aliás, o treinador acredita que a seleção está em sua melhor fase, dando ênfase na qualidade técnica individual de cada atleta convocado.
Em resumo, apesar das dúvidas que pairam no ar, a Seleção é uma das favoritas para levantar a taça.
O futuro
O trabalho de Tite na Seleção Brasileira será encerrado após a Copa do Mundo de 2022, independente do resultado. O técnico afirmou que a escolha veio com naturalidade e que pretende descansar após o evento.
Ainda sem sucessores, o futuro da Amarelinha é incerto, mas isso é assunto para depois da Copa do Mundo.