Sisy Gabriela Arias Paravicini sonhava em pilotar um avião e estava estudava muito para realizar o ofício. Ela fazia parte da tripulação auxiliar no voo da Lamia que transportava a Chapecoense e caiu nesta terça-feira (29), perto de Medellín, deixando 71 mortos.
Sisy, que tinha 29 anos, concluiu um curso de voo nos Estados Unidos e voltou a Bolívia para ganhar mais experiência antes de tentar vaga em grandes companhias.
Segundo o Uol, Sisy largou a carreira de modelo e um trabalho na Gigavision, emissora de TV de seu pai, para se dedicar a vida nos ares.
Ao saber da morte da de Sisy, o pai, Jorge Arias, escreveu: “Que Deusinho te guarde em sua glória, minha menina. Te amo, te amei e sempre te amarei. Aqui não há um adeus, mas você se adiantou um pouquinho.”
Ximena Suárez Otterburg, comissária da Lamia, foi a única mulher a sobreviver a tragédia. Nesta quarta-feira (30) Ximena publicou uma foto no Facebook com os colegas de trabalho. Vários amigos escreveram mensagens de apoio e afirmaram que ela é abençoada por ter sobrevivido ao acidente.
Ximena contou ao governador de Antioquia, Luis Pérez, que as luzes do avião se apagaram repentinamente e que escutou uma grande pancada.