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Julgamento de Robinho por estupro coletivo está próximo

O ex-atacante deixa claro não aceitar a aposentadoria e acredita na sua inocência, deixando claro que sonha em voltar ao Santos, as informações são do UOL.

Redação Jornal de Brasília

07/01/2022 20h01

O julgamento pelo caso de estupro coletivo ocorrido na Itália, onde Robinho é acusado, está próximo. Essa é a terceira e última instância do processo e deve acontecer no dia 19 de janeiro.

O ex-atacante deixa claro não aceitar a aposentadoria e acredita na sua inocência, deixando claro que sonha em voltar ao Santos, as informações são do UOL.

Robinho é acusado de violência sexual contra uma jovem albanesa de 23 anos. O caso teria ocorrido entre os dias 22 e 23 de janeiro de 2013, em uma boate de Milão. O jogador, na época, atuava pelo Milan. Robinho foi condenado a nove anos de prisão pela justiça Italiana em segunda instância e recorreu da decisão.

O Santos, clube que foi por muitos anos casa de Robinho, não comenta a situação, tampouco faz qualquer especulação sobre o caso. O único vínculo entre os dois é a dívida do time com o jogador, que deve terminar de ser paga logo. O valor é de R$ 1,8 mi.

Robinho quase voltou ao time. Em 2020, enquanto Orlando Rollo presidia o clube, contratou o atacante, mas o acordo foi suspenso antes mesmo da estreia, por pressão de patrocinadores e torcedores. À época, Robinho se posicionou sobre o fim do vínculo.

“Estou aqui com tristeza no coração para falar a vocês que tomei a decisão, junto ao presidente, de suspender meu contrato diante desse momento conturbado da minha vida. Meu objetivo sempre foi ajudar o Santos. Se de alguma forma estou atrapalhando, melhor que eu saia e foque nas minhas coisas pessoais. Com certeza vou provar minha inocência”, afirmou.

No momento, Robinho não demonstra interesse por qualquer outro clube que não seja um retorno ao Santos. O caso de estupro, no entanto, deixa o jogador do lado de fora das portas do clube.

A juíza do caso, Francesca Vitale, disse que, “a vítima foi humilhada e usada pelo jogador e seus amigos para satisfazer seus instintos sexuais”.

“O fato é extremamente grave pela modalidade, número de pessoas envolvidas e o particular desprezo manifestado no confronto da vítima, que foi brutalmente humilhada e usada para o próprio prazer pessoal”, considerou.

Robinho assumiu ter tido relações sexuais com a vítima, mas não assumiu o abuso. Ele não esteve em nenhuma das audiências em quase seis anos de caso. A sentença em primeiro grau foi dada em 23 de novembro de 2017. Já em 20 de dezembro de 2020, a corte de Apelação de Milão, proferiu, a condenação de Robinho e de Falco a nove anos de prisão em segunda instância. A última instância do julgamento está próxima e ocorrerá no dia 19 de janeiro.

Além do atacante e de Ricardo Falco, também condenado, outros quatro brasileiros foram acusados pelo caso. Em 2020, Robinho deu uma declaração polêmica em entrevista ao UOL, dizendo que seu único erro foi ‘ter traído minha esposa’.

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