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Futebol

Com tabela favorável, Santos pode ter melhor primeiro turno desde 2010

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A cinco rodadas do encerramento do primeiro turno do Campeonato Brasileiro, o Santos iniciou suas projeções para as últimas partidas que terá pela frente. Além de buscar, pelo menos, a manutenção entre os quatro primeiros colocados, a equipe poderá alcançar uma façanha particular: terminar as 19 primeiras rodadas do Nacional com seu melhor desempenho desde 2010.

Naquela temporada, comandado por Neymar e Paulo Henrique Ganso, ainda embalado pela conquista do Campeonato Paulista e, principalmente pelo recente título da Copa do Brasil, o Santos terminou o turno com 34 pontos, na terceira colocação.

Seis anos depois, com 23 pontos, na quarta posição, o Peixe pode chegar a 38 pontos se vencer seus próximos cinco compromissos. Caso isso ocorra, o desempenho será bastante superior ao das cinco últimas edições do Brasileiro, quando a equipe pontou bem menos e esteve mais longe do G-4 (2015, décimo segundo, com 24 pontos; 2014, nono, com 26; 2013, sétimo, com 29; 2012, décimo, com 26; e 2011, décimo quinto, com 22).

A missão de conquistar 12 dos próximos 15 pontos até o final do primeiro turno, ou seja ter 80% de aproveitamento ou quatro vitórias, e superar 2010, pode ser facilitada por alguns fatores: três desses cinco compromissos serão em casa (Ponte Preta, Cruzeiro e Flamengo); os dois jogos fora, serão contra adversários até então irregulares na competição, situados abaixo da décima colocação (Vitória e América-MG).

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“Se for ver bem, pela tabela podemos dizer que sim (sobre a tabela ideal para o Santos). Mas isso fica fora de campo. São jogos difíceis. Temos de manter o mesmo foco, a mesma concentração e respeitar essas equipes. São contra esses times que vamos jogar tudo o que estamos fazendo”, avalia o meia Lucas Lima.

O lateral-direito Vitor Ferraz reforça o discurso, principalmente em relação ao próximo duelo da equipe, amanhã, às 18h30, na Vila Belmiro. “A Ponte Preta é uma equipe que vem muito bem, tem a mesma pontuação da gente. A nossa mobilização tem de ser de decisão mesmo”.


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