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Brasília marca contagem regressiva para a Copa Feminina

Atividades no Estádio Nacional, no Parque da Cidade e na Rodoviária do Plano Piloto reuniram mais de 700 estudantes

Redação Jornal de Brasília

24/06/2026 15h19

Foto: Banco de imagens

Brasília deu início, nesta quarta-feira (24), à contagem regressiva de um ano para a Copa do Mundo Feminina, com atividades no Estádio Nacional de Brasília, no Parque da Cidade e na Rodoviária do Plano Piloto. A programação reuniu mais de 700 estudantes dos centros olímpicos do Distrito Federal e fez parte de uma mobilização simultânea promovida em todas as cidades-sede por determinação da FIFA.

As ações, segundo a coordenadora do comitê do Executivo criado pelo governo do Distrito Federal (GDF) para a Copa de 2027, Laís Barufí, integram a preparação da cidade para receber o evento e buscam aproximar a população, especialmente crianças e jovens, do futebol feminino.

No Estádio Nacional, também conhecido como Estádio Mané Garrincha, os participantes tiveram a oportunidade de conhecer a arena. No Parque da Cidade, os alunos participaram de pinturas com a temática da Copa, em uma atividade coletiva de expressão artística. Já na Rodoviária do Plano Piloto, foram organizadas ações de “golzinho” para marcar simbolicamente a contagem regressiva para o Mundial.

A ex-jogadora da seleção brasileira feminina Michael Jackson, Marileia dos Santos, que integra a equipe da secretaria extraordinária criada pelo Ministério do Esporte para a Copa feminina, também participou das atividades, em parceria do governo federal com a FIFA e o GDF. Para ela, o torneio vai além da disputa esportiva e pode deixar um legado para o desenvolvimento da modalidade.

Michael Jackson lembrou que o futebol feminino enfrentou décadas de proibição no país e afirmou que as mudanças recentes permitiram que as meninas passem a jogar em espaços que respeitam a prática do esporte. Ela também destacou a dimensão social da modalidade e seu papel na formação de cidadãos.

Entre os estudantes que participaram da programação, Maria Eduarda Souza, de 11 anos, aluna do Centro Olímpico da Ceilândia, disse ter ficado impressionada com a grandiosidade do Mané Garrincha após visitar o estádio. Já Pedro Lucas Carvalho, de 13 anos, do Centro Olímpico do Recanto das Emas, afirmou que as meninas têm qualidade técnica equivalente à dos meninos e destacou que a convivência entre ambos torna o ambiente das partidas mais leve. As informações foram retiradas da Agência Brasil.

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