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Com vinte e oito livros lançados no mercado brasileiro, à escritora brasiliense Marta Fagundes que assina com o pseudônimo MS Faies acredita que um pseudônimo diferente possa atrair o público. “Porque sempre falei que ninguém leria um romance escrito por Marta Fagundes…Com tantos livros de Nora Roberts, JK Rowling, CS Lewis, Linda Howard… Nada melhor do que um MS Fayes, misterioso e diferente” nos relata a escritora.

Nascida em Brasília e mãe dois filhos adolescentes, nossa entrevistada de hoje com 43 anos é formada em Letras Português e Fisioterapia. Embora elas não tenham nada a ver uma com a outra, acabam se complementando na minha vida da escritora de alguma forma. A imersão na literatura a fez aposentar o seu estetoscópio e passou a dedicar o seu tempo em escrever.
Além de trabalhar como Copywriter em uma empresa de marketing, atua também como revisora e tradutora de romances, e nesse meio-tempo, ele organiza o seu dia dando um jeito de escrever seus próprios livros.

A sua carreira teve início em 2013, e de lá pra cá já são 28 livros lançados, dentro de 3 editoras nacionais, além de romances independentes lançados na Amazon.

Se considera uma escrito e leitora bem eclética, gosta de escrever sobre tudo, mas tem uma queda por Young Adult (com personagens mais jovens) e New Adult, ou seja livros mais maduros. Seja contemporâneo, de época, fantasia ou distopia, a nossa entrevistada amanmesmo é criar roteiros recheados de romance, mas com algum ensinamento através das minhas palavras.

Nesta entrevista, MS Fayes nos conta sobre a sua nova obra no prelo, Castelo de Sombras. Como não poderia fugir a regra, a obra é um Young, cujos personagens ainda estão no ensino médio, e aborda temas como depressão, bullying, relacionamento abusivo, suicídio … mas também traz a luz de esperança, superação, amizade e amor. O lançamento oficial será pela Editora The Gift Box, previsto para o dia 26 de fevereiro e ele já se encontra no catálago da editora em pré-venda.

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“Meus livros são leves. Não escrevo erótico, mas os livros mais adultos são sensuais. Costumo dizer que sou escritora de romances florzinha. Adoro mesclar comédia romântica, uma pitada de drama, mais um pouco de emoção e voilá…”

Adolescentes, roqueiros, advogados, condes e piratas, fuzileiros e atletas, artistas de cinema… Todos são personagens criados em cenários e enredos que têm como meta dar um momento de entretenimento ao leitor.
Ficou curioso, assista a entrevista com a escritora MS Fayes

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A corrida por recursos federais provocou uma série de aglomerações no Congresso Nacional nos últimos dias. Prefeitos, vereadores e outras autoridades têm feito um verdadeiro périplo por gabinetes na Câmara e no Senado, em meio ao avanço da pandemia de covid-19 e à falta de doses suficientes para vacinar a população contra o novo coronavírus.

O motivo da romaria é o prazo para indicação de emendas parlamentares ao Orçamento de 2021. Deputados e senadores têm até segunda-feira, 1º de março, para definir quais projetos e obras serão priorizados na fatia orçamentária cuja indicação cabe ao Congresso. Para este ano, estão previstos R$ 16,4 bilhões em recursos, valor que pode aumentar com a articulação dos congressistas.

A indicação de emendas mobiliza todos os senadores e deputados, pois o pagamento dos recursos é obrigatório. Dessa forma, parlamentares usam as indicações para destinar recursos a redutos eleitorais. Em troca, cobram a liberação pelo governo federal para aprovar projetos de interesse do Executivo. Além de cada deputado e senador, as bancadas estaduais e as comissões do Congresso também podem indicar emendas coletivas, o que aumenta a barganha com prefeitos e governadores.

Na manhã desta quarta-feira, 24, o Estadão/Broadcast flagrou formação de filas, aglomeração e uso incorreto de máscaras nas dependências do Congresso, contrariando as determinações de isolamento social recomendadas por especialistas e definidas pelo Legislativo. Em resposta à reportagem, as assessorias da Câmara e do Senado informaram ter reforçado as medidas de proteção, mas responsabilizaram os gabinetes dos parlamentares pela organização, pois são eles quem autorizam a entrada dos visitantes.

Apelo e interdição

A movimentação é tão grande que o senador Jorge Kajuru (Cidadania-GO) fez um apelo em seu perfil, no Twitter. “Sou diabético e hipertenso! Peço aos prefeitos e vereadores, etc respeitem minha saúde! Não falo pessoalmente com ninguém!” Na mesma mensagem, porém, ele “implora” que os interessados enviem email ou telefonem para seu gabinete. “Minha equipe e eu atenderemos vocês no que for possível.”

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Já o gabinete da deputada Soraya Santos (PL-RJ) precisou ser interditado e passar por um processo de desinfecção depois que um dos assessores da parlamentar contraiu covid-19, conforme revelou o Broadcast Político. Segundo uma servidora do gabinete, que não quis se identificar, a medida foi tomada para evitar novas contaminações. Soraya Santos, que ocupou o cargo de 1ª Secretária da Câmara na gestão de Rodrigo Maia (DEM-RJ), não foi diagnosticada com a doença e segue trabalhando normalmente.

Tanto a Câmara quanto o Senado editaram atos internos determinando medidas de isolamento, uso de máscara e limpeza dos ambientes para evitar a proliferação do vírus. A entrada de visitantes foi interrompida, mas pessoas externas ainda podem ter acesso ao prédio se agendarem com os gabinetes dos parlamentares.

“Nos períodos de sessões semi-presenciais, como acontece esta semana, o acesso de visitantes que desejam falar com os parlamentares também depende de autorização dos gabinetes, além do cumprimento de todo protocolo de segurança”, respondeu o Senado.

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A Câmara, por sua vez, afirmou que “o Ato da Mesa 163/2021, que estabelece o protocolo de retomada gradativa das atividades presenciais dos servidores da Casa, reitera as medidas sanitárias e preventivas contra o contágio da covid-19 e determina que os gestores dos órgãos, gabinetes parlamentares e unidades administrativas da Câmara deverão organizar seus ambientes e processos de trabalho nesse sentido”.

O orçamento apertado e a alta de despesas em função da pandemia aumenta ainda mais a mobilização dos prefeitos. Além dos R$ 16,4 bilhões previstos em emendas parlamentares neste ano, mais R$ 28,6 bilhões em recursos de anos anteriores não pagos estão “pendurados” na conta do Executivo. O valor também pode aumentar ainda durante a votação do orçamento, prevista para o fim de março.

Todo o montante disputa espaço no mesmo teto de gastos, medida que proíbe o crescimento real de despesas acima da inflação do ano anterior. Tanto o Congresso quanto o governo deverão definir as prioridades, pois não há receita suficiente para todas as indicações.

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As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

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