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Em 2020, o Brasil teve uma denúncia de violência contra mulher a cada 5 minutos, de acordo com o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos. As marcas deixadas por esse tipo de violência podem ser visíveis ou até mesmo silenciosas, causando possíveis traumas e transtornos. Para transmitir mensagem de força, coragem e liberdade para todas as mulheres, Luiza Dam lança Late Enough, com letra profunda e emocional sobre uma mulher que se sente despedaçada após uma situação traumática.

A canção faz parte do seu novo EP, um projeto paralelo com canções em inglês compostas pela artista durante seu curso de atuação na Califórnia. Ao interpretar uma vítima de abuso no curso, Luiza precisou acompanhar depoimentos reais para o estudo de seu personagem. “Tudo isso mexeu muito comigo e eu senti que precisava colocar para fora em uma composição. É um assunto extremamente necessário para falar enquanto mulher, que somos vítimas disso o tempo inteiro. Acontece muito mais do que a gente pode imaginar”, diz a artista. Luiza mostra interpretação emocional no clipe, que teve concepção de roteiro, direção e figurino criados pela própria artista, com direção de Waldemar Castro e produção da Ramed 3D Films.

Com melodia no pop eletrônico, Late Enough foi produzida por Giu Daga, ganhador de três Grammys Latinos com Titãs, NX Zero e CPM22, além de outras nove indicações. O produtor, que trabalha na indústria há mais 20 anos, também produziu as outras duas faixas autorais do novo projeto de Luiza, que serão lançadas nos próximos meses.

SOBRE LUIZA DAM

Natural de São Luís, no Maranhão, Luiza Dam começou a fazer sucesso aos 9 anos de idade com covers no YouTube, assim como pela sua passagem em concursos musicais e programas de TV, como o Ídolos Kids. Seus últimos trabalhos foram lançados diretamente da Califórnia, onde estudou Acting for Film na New York Film Academy, em Los Angeles.

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Em seu trabalho autoral, a artista já teve singles em teen pop redondo, baladas emocionantes e pop de pista. Com direção artística de Suely de Carvalho e lançada pelo selo MAB MUSIC, a artista já lançou a autoral Pela Metade, em parceria com Micael Borges, que traz um pop maduro e dançante com influências de R&B.

Seu lançamento Partiu Pra Outra teve clipe inteiramente gravado em realidade virtual, dirigido por Rafael Marques com a inovação da produtora INMAGIC Group, uma das pioneiras em realidade virtual no Brasil. A canção também ganhou um remix produzido pelo DJ e produtor Flakkë e um lyric video com coreografia de Sylvio Lemgruber, da Dança dos Famosos e Show dos Famosos do Domingão do Faustão.

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Profundo e emocional: Entrevistamos Luiza Dam sobre novo clipe Late Enough
JBr Saúde

O paciente chegou ao consultório com um câncer de fígado, com metástase. Por conta da sua espiritualidade, aferrou-se em orações e outras atitudes positivas. Alguns meses depois, apresentou melhoras. O câncer reduziu-se. O paciente se curou. O caso foi relatado na edição de hoje do JBrSaúde, programa feito em parceria com o grupo Imagem&Credibilidade, apresentado por Estevão Damázio, pelo cardiologista Renault Matos Ribeiro Júnior, ex-presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia e diretor médico da Clínica Cardios Vita.

Certamente, a espiritualidade não foi o único fator a produzir a melhora no paciente. Mas a sua atitude positiva, a sua crença, foi importante para alcançar o resultado. Renault é um estudioso da relação que há entre espiritualidade e saúde. Hoje, há já um consenso quanto a essa relação. No caso dos problemas do coração, a Sociedade Brasileira de Cardiologia publicou, há dois anos, diretrizes que apontam como a espiritualidade e os fatores psicossociais atuam positivamente para o controle da pressão arterial, do nível de colesterol e outras questões relativas à saúde cardíaca.
Ao falar sobre espiritualidade, Renault Matos Ribeiro Júnior não fala exatamente em religiosidade. Mas em determinadas atitudes diante da vida que contribuem para reduzir o nível de estresse e de ansiedade nas pessoas, contribuindo, assim, para uma vida mais saudável. “Com certeza, perdão e gratidão controlam a pressão” afirma ele. “Quem é capaz de perdoar é capaz de ser mais grato, e isso gera repercussões positivas no organismo, em especial a pressão arterial”.

“A espiritualidade não vai alterar o seu corpo”, continua Renault. “Fazer crescer um membro amputado. Resolver uma sequela. Mas existem alguns parâmetros onde a melhoria é percebida”, aponta ele.

Segundo ele, quanto maior for o envolvimento da pessoa na busca por ações positivas maior a sensação de bem estar. O resultado que gera, por exemplo, fazer uma doação de caridade é menor do que a sensação quando a pessoa vai até o orfanato ou escola para onde fez a doação, vê de fato os resultados efetivos do seu gesto de caridade. “Quanto maior a participação mais se hipertrofia a espiritualidade. Fazer o bem faz bem para a saúde”.

Em contrapartida, aponta Renault que as atitudes negativas diante da vida atrapalham da mesma forma a saúde. “Rancor, dificuldade de perdoar, amargura, são atitudes que não são saudáveis”, diz ele. Tais pessoas, aponta ele, terão maior dificuldade de aceitar um diagnóstico, a recomendação de um tratamento ou medicação.

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No caso da pandemia da covid-19, o conjunto de situações exige a importância dessa postura. “Além da coronavírus, há um vírus mental também”, diz ele. “O medo excessivo torna o problema maior do que é. Outro problema provocado pela falta de otimismo e espiritualidade é achar que está sozinho diante dos desafios do tempo atual”, continua. “A vacinação vai achatar curvas de infecção, mas não é a única coisa. Precisamos nos fortalecer espiritualmente, nos encher de esperança”, conclui Renault.

O JBrSaúde vai ao ar todas as quintas-feiras no site do Jornal de Brasília.

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Quem mal lê, mal ouve, mal fala, mal vê, já nos dizia o criador do Visconde de Sabugosa o nosso amado escritor Monteiro Lobato. Formado em psicologia, Guilherme Bretas decidiu em 1998 atuar no mercado editorial. Em 2015 ele fundou a Editora Albatroz por onde já passou a marca de 600 títulos. Começou como uma editora preocupada apenas em editar e publicar, mas a partir de 2019 se tornou uma empresa familiar. A proximidade e interação com muitos autores fez com que criasse nova disposição para explorar o mercado de vendas e hoje o nosso editor da Albatroz enxerga como uma missão, ajudar o autor nessa empreitada.

Segundo dados, o nosso mercado editorial que perdeu cerca de 20% do seu faturamento entre 2006 e 2018 com reflexo no fechamento de diversas livrarias entrando em falência nos últimos anos, o mercado passou dias agonizantes. Para contribuir com esta “agonia”, no fim de julho 2020, o então ministro da Economia do Governo Bolsonaro, Paulo Guedes, enviou ao Congresso Nacional sua proposta de reforma Tributária que, entre outras medidas, prevê o retorno da cobrança de contribuição tributária em cima de livros.

Desde a Constituição Federal de 1946 o produto é isento de impostos por causa de uma emenda constitucional apresentada pelo autor brasileiro de maior prestígio internacional à época, Jorge Amado. A nova Constituição de 1988 manteve o dispositivo como uma forma de incentivar a difusão de conhecimento literário.Mas, isto não se aplicava para categorias dos tributos de contribuição, como o PIS e Cofins. Por volta de 2004, o mercado foi desonerado do pagamento desses dois tributos, que pela nova proposta do governo seriam substituídos pela Contribuição Social sobre Operações com Bens e Serviços (CBS).

Ainda em meados do ano passado, a Câmara Brasileira do Livro (CBL) e o Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL), juntou-se a Consultoria “Nielsen Books” e divulgaram os dados da Pesquisa Produção e Vendas do Setor Editorial Brasileiro, que até o ano de 2019 era conhecida no mercado editorial como “Pesquisa Fipe”. Esta foi a primeira vez que a Nielsen Books realizou o estudo. O que se percebe à primeira vista é que as editoras produziram mais, venderiam mais e faturariam mais do que no ano anterior.

Em números absolutos, no ano da pandemia as editoras produziram cerca de 395 milhões de exemplares e foram vendidos 434 milhões de cópias. Isso redundou em faturamento perto de R$ 5,7 bilhões, isto fez com que o governo crescesse o olho neste mercado. Dos 434 milhões de cópias vendidas, 209 milhões foram ao mercado e 224 milhões ao governo, ou seja, o governo através dos livros didáticos é o maior consumidor deste mercado.

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Guilherme Bretas o nosso entrevistado é puro otimismo: “Estamos ainda desenvolvendo e aprendendo com os novos escritores. Estamos sempre buscando soluções e inovações na área”, nos afirma o nosso editor da Editora Albatroz.

Veja a entrevista

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