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Zélia Duncan abre o seu baú afetivo

Arquivo Geral

10/09/2004 0h00

Zélia Duncan vive um romance pleno com o cancioneiro afetivo de canções que marcaram o início de sua carreira como intérprete nos bares de Brasília. Envolta nesse espírito retrô, a cantora lançou, em maio, um disco sem composições próprias, apenas com pérolas do chorinho e outras jóias de seu baú afetivo, o álbum, Eu Me Transformo em Outras. Depois de viajar o Sudeste brasileiro, ela estende a turnê de volta ao berço musical, onde se apresenta hoje e amanhã, a partir das 21h, na Sala Villa-Lobos.

Para essa pequena “escapulida” da bem-sucedida safra de hits do disco Sortimento, Zélia une sua voz grave e afinadíssima ao violão de Marco Pereira, a percussão de Márcio Bahia (percussão) e ao virtuosismo dos chorões brasilienses Hamilton de Holanda (bandolim) e Gabriel Grossi (gaita).

A cantora previne o público de que este será um show diferente de tudo que já se viu de Zélia Duncan de meados dos 90 para cá. “Pode causar um estranhamento. Mas não posso evitar. O chorinho é uma coisa que está no sangue”, confidencia. “São canções que sempre mexeram muito com meu imaginário de criança, mas a sonoridade que conseguimos tem muita modernidade”, ressalta Zélia, que apresenta um repertório que se estende de Jacob do Bandolim (Doce de Coco) e Luiz Peixoto (Linda Flor) a Tom Zé (Tô) e Itamar Assumpção (Quem Canta Seus Males Espanta e Leonor).

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    10/09/2004 0h00

    Zélia Duncan vive um romance pleno com o cancioneiro afetivo de canções que marcaram o início de sua carreira como intérprete nos bares de Brasília. Envolta nesse espírito retrô, a cantora lançou, em maio, um disco sem composições próprias, apenas com pérolas do chorinho e outras jóias de seu baú afetivo, o álbum, Eu Me Transformo em Outras. Depois de viajar o Sudeste brasileiro, ela estende a turnê de volta ao berço musical, onde se apresenta hoje e amanhã, a partir das 21h, na Sala Villa-Lobos.

    Para essa pequena “escapulida” da bem-sucedida safra de hits do disco Sortimento, Zélia une sua voz grave e afinadíssima ao violão de Marco Pereira, a percussão de Márcio Bahia (percussão) e ao virtuosismo dos chorões brasilienses Hamilton de Holanda (bandolim) e Gabriel Grossi (gaita).

    A cantora previne o público de que este será um show diferente de tudo que já se viu de Zélia Duncan de meados dos 90 para cá. “Pode causar um estranhamento. Mas não posso evitar. O chorinho é uma coisa que está no sangue”, confidencia. “São canções que sempre mexeram muito com meu imaginário de criança, mas a sonoridade que conseguimos tem muita modernidade”, ressalta Zélia, que apresenta um repertório que se estende de Jacob do Bandolim (Doce de Coco) e Luiz Peixoto (Linda Flor) a Tom Zé (Tô) e Itamar Assumpção (Quem Canta Seus Males Espanta e Leonor).

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