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Vocação maior do espaço é atender à família

Arquivo Geral

26/02/2005 0h00

Tão logo chegou a Brasília, em 1998, a arquiteta goiana Márcia Mesquita, contratada em regime de terceirização para assumir a Administração do Pontão do Lago Sul, conta que sua primeira preocupação foi se inteirar de toda a história do local. “Falavam-me de um lugar onde os jovens namoravam a céu aberto”, lembra, “mas aqui o potencial é para muito mais do que isso”.

Para começar, ela descobriu que o Lago Sul, onde o Pontão está situado, é a área de maior concentração de população de terceira idade do Plano Piloto. E a primeira conclusão a que chegou foi a de que as possibilidades de utilização daquele espaço privilegiado são maiores do que se apresentavam.

“O Pontão é um lugar para toda a família e pretendemos implantar aqui, ainda este ano, um espaço maior para a terceira idade, com atividades dirigidas para tanta gente que poderia aproveitar melhor a vida do que ficando em casa, pagando caro para ser cuidada”, antecipa. “As pessoas precisam de um incentivo para sair de casa e curtir”.

Trabalhando duro na recuperação ambiental do Pontão – “é um excelente retorno para a sociedade”, observa –, Márcia embarca num projeto de plena utilização daquele espaço, revitalizando o anfiteatro de 400 lugares com shows de blues e jazz, investindo na instalação de mais três restaurantes e, menina dos olhos da Administração, preparando o Festival Gastronômico Internacional, que criará naquele espaço, em setembro deste ano, uma verdadeira cidade cenográfica com o que há de melhor a se degustar em Brasília.

“As pessoas perceberam que Brasília não é só uma cidade com população flutuante”, exalta, referindo-se não somente ao Festival Gastronômico, como ao Vivo Open Air. “Temos de utilizar mais o Lago, porque o ambiente aqui é muito propício e o Pontão tem público de todas as idades”.

Com alguns importantes diferenciais. O primeiro é que toda a programação é elaborada de maneira a não levar problemas à vizinhança. O segundo é conseqüência do primeiro: segurança garantida. E o terceiro é que a maioria dos eventos é aberta ao público. “Estamos estruturando o Pontão de forma a trazer de volta a família para cá”, resume a administradora. É um retorno que o cidadão merece.

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    26/02/2005 0h00

    Tão logo chegou a Brasília, em 1998, a arquiteta goiana Márcia Mesquita, contratada em regime de terceirização para assumir a Administração do Pontão do Lago Sul, conta que sua primeira preocupação foi se inteirar de toda a história do local. “Falavam-me de um lugar onde os jovens namoravam a céu aberto”, lembra, “mas aqui o potencial é para muito mais do que isso”.

    Para começar, ela descobriu que o Lago Sul, onde o Pontão está situado, é a área de maior concentração de população de terceira idade do Plano Piloto. E a primeira conclusão a que chegou foi a de que as possibilidades de utilização daquele espaço privilegiado são maiores do que se apresentavam.

    “O Pontão é um lugar para toda a família e pretendemos implantar aqui, ainda este ano, um espaço maior para a terceira idade, com atividades dirigidas para tanta gente que poderia aproveitar melhor a vida do que ficando em casa, pagando caro para ser cuidada”, antecipa. “As pessoas precisam de um incentivo para sair de casa e curtir”.

    Trabalhando duro na recuperação ambiental do Pontão – “é um excelente retorno para a sociedade”, observa –, Márcia embarca num projeto de plena utilização daquele espaço, revitalizando o anfiteatro de 400 lugares com shows de blues e jazz, investindo na instalação de mais três restaurantes e, menina dos olhos da Administração, preparando o Festival Gastronômico Internacional, que criará naquele espaço, em setembro deste ano, uma verdadeira cidade cenográfica com o que há de melhor a se degustar em Brasília.

    “As pessoas perceberam que Brasília não é só uma cidade com população flutuante”, exalta, referindo-se não somente ao Festival Gastronômico, como ao Vivo Open Air. “Temos de utilizar mais o Lago, porque o ambiente aqui é muito propício e o Pontão tem público de todas as idades”.

    Com alguns importantes diferenciais. O primeiro é que toda a programação é elaborada de maneira a não levar problemas à vizinhança. O segundo é conseqüência do primeiro: segurança garantida. E o terceiro é que a maioria dos eventos é aberta ao público. “Estamos estruturando o Pontão de forma a trazer de volta a família para cá”, resume a administradora. É um retorno que o cidadão merece.

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