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Vó Maria grava o seu primeiro CD aos 92 anos

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A viúva do compositor Donga, uma alegre sambista de 92 anos de idade – Maria das Dores dos Santos Conceição – mais conhecida pelo apelido carinhoso de Vó Maria, acaba de gravar seu primeiro disco, Maxixe Não é Samba.

Seu marido, Ernesto dos Santos, o Donga, foi autor do primeiro samba gravado no Brasil nos anos 20.

Vó Maria diz que sempre cantou, mas que o marido, ciumento, não gostava que cantasse fora de casa, apesar de ela ter tido vontade de tentar fazer carreira numa emissora de rádio, indo ao programa de Ary Barroso, autor de Aquarela do Brasil, no qual muitos novos artistas conseguiram fazer sucesso.

As composições do CD que está sendo lançado são, em maioria, das primeiras décadas do século XX, com músicas de Alfredo Vianna-Pixinguinha, João da Baiana, Donga, Noel Rosa. Esses autores não compunham apenas sambas: criavam também maxixe, uma mistura de habanera com polca, mas com ritmo urbano, essencialmente da cidade do Rio de Janeiro.


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A viúva do compositor Donga, uma alegre sambista de 92 anos de idade – Maria das Dores dos Santos Conceição – mais conhecida pelo apelido carinhoso de Vó Maria, acaba de gravar seu primeiro disco, Maxixe Não é Samba.

Seu marido, Ernesto dos Santos, o Donga, foi autor do primeiro samba gravado no Brasil nos anos 20.

Vó Maria diz que sempre cantou, mas que o marido, ciumento, não gostava que cantasse fora de casa, apesar de ela ter tido vontade de tentar fazer carreira numa emissora de rádio, indo ao programa de Ary Barroso, autor de Aquarela do Brasil, no qual muitos novos artistas conseguiram fazer sucesso.

As composições do CD que está sendo lançado são, em maioria, das primeiras décadas do século XX, com músicas de Alfredo Vianna-Pixinguinha, João da Baiana, Donga, Noel Rosa. Esses autores não compunham apenas sambas: criavam também maxixe, uma mistura de habanera com polca, mas com ritmo urbano, essencialmente da cidade do Rio de Janeiro.


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